-
-
Biblia de Jerusalén (1976) -
-
1
|Rute 4:1|
Mientras tanto Booz subió a la puerta de la ciudad y se sentó allÃ. Acertó a pasar el pariente de que habÃa hablado Booz, y le dijo: «Acércate y siéntate aquÃ, fulano.» Y éste fue y se sentó.
-
2
|Rute 4:2|
Tomó diez de los ancianos de la ciudad y dijo: «Sentaos aquÃ.» Y se sentaron.
-
3
|Rute 4:3|
Dijo entonces al que tenÃa el derecho de rescate: «NoemÃ, que ha vuelto de los campos de Moab, vende la parcela de campo de nuestro hermano Elimélek.
-
4
|Rute 4:4|
He querido hacértelo saber y decirte: «Adquiérela en presencia de los aquà sentados, en presencia de los ancianos de mi pueblo. Si vas a rescatar, rescata; si nos vas a rescatar, dÃmelo para que yo lo sepa, porque fuera de ti no hay otro que tenga derecho de rescate, pues voy yo después de ti.» El dijo: «Yo rescataré.»
-
5
|Rute 4:5|
Booz añadió: «El dÃa que adquieras la parcela para ti de manos de Noemà tienes que adquirir también a Rut la moabita, mujer del difunto, para perpetuar el nombre del difunto en su heredad.»
-
6
|Rute 4:6|
El pariente respondió: «Asà no puedo rescatar, porque podrÃa perjudicar mi herencia. Usa tú mi derecho de rescate, porque yo no puedo usarlo.»
-
7
|Rute 4:7|
Antes en Israel, en caso de rescate o de cambio, para dar fuerza al contrato, habÃa la costumbre de quitarse uno la sandalia y dársela al otro. Esta era la manera de testificar en Israel.
-
8
|Rute 4:8|
El que tenÃa el derecho de rescate dijo a Booz: «Adquiérela para ti.» Y se quitó la sandalia.
-
9
|Rute 4:9|
Entonces dijo Booz a los ancianos y a todo el pueblo: «Testigos sois vosotros hoy de que adquiero todo lo de Elimélek y todo lo de Kilyón y Majlón de manos de NoemÃ
-
10
|Rute 4:10|
y de que adquiero también a Rut la moabita, la que fue mujer de Kilyón, para que sea mi mujer a fin de perpetuar el nombre del difunto en su heredad y que el nombre del difunto no sea borrado entre sus hermanos y en la puerta de su localidad. Vosotros sois hoy testigos.»
-
-
Sugestões

Clique para ler Jeremias 42-44
23 de agosto LAB 601
PERICULOSIDADE
Jeremias 42-44
O Jeremias foi parar no Egito. Ele não queria ir para lá, de jeito nenhum. Ele falara para o povo que eles não deveriam ir. E ele só foi para lá, por ter sido forçado pelas circunstâncias da teimosia do povo. Mas, fazer o quê!
Você já passou por isso? Por uma circunstância desagradável, pela qual você não gostaria de ter passado. A princÃpio você evita, mas depois, a situação foge do seu controle, e, por causa dos outros, você também acaba se lascando. Nestas horas, é difÃcil ficar de boca fechada.
Foi o que aconteceu com o Jeremias que foi parar em Dafne, na fronteira nordeste do Egito. Dafne não seria o ponto final da migração dos judeus que acompanhavam Joanã naquela fuga. Dali eles se espalhariam. Mas, o fato é que, durante a pausa em Dafne, Jeremias recebeu uma mensagem do Senhor. E deveria apresentá-la em forma dramatizada, como as do cinto de linho e do vaso quebrado, que já apresentara anteriormente.
A obstinação do povo era tanta que nada mais, nem a mensagem, as palavras ou as encenações de Jeremias, tinha efeito. Quão fácil era-lhes torcer os fatos e interpretá-los segundo seus preconceitos e preferência. Qual fácil é também que isso aconteça conosco hoje. É um perigo. Quando o povo de Deus chega a esse ponto, o que mais um profeta de Deus pode fazer?
Diante da inutilidade dos argumentos, Jeremias apela para o futuro: a história diria quem tinha razão. Que levassem sua maldade às últimas conseqüências. Veriam com seus próprios olhos, e em sua própria carne, a palavra de quem subsistiria, a sua, ou a do Senhor. Deus então declara que Seu nome não mais seria pronunciado em vão por um só judeu vivendo no Egito. Seriam todos consumidos pela espada e pela fome. Os que sobreviveriam e teriam ocasião de voltar à sua terra constituiriam um número diminuto.
Um sinal finalmente lhes é dado como prova de que a palavra do Senhor é que prevaleceria. Tinham se refugiado à sombra de Faraó-Hofra (Apries - 589 a 570 d.C). Pois bem, Hofra seria entregue na mão de seus inimigos, que o fariam perecer. E realmente, ele perdeu sua vida numa rebelião, sendo sucedido por Amasis.
Os teimosos judeus ficaram perdidos. O maior problema daquele povo foi confundir permissão divina com vontade divina. Uma coisa é o que Deus quer, outra coisa é o que Deus, até certo ponto, tolera. E cair na zona da tolerância é um perigo. Porque tudo fica passÃvel de ser confundido, e, na penumbra cinzenta, vem o pior: o sincretismo.
O melhor é procurar fazer a vontade de Deus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva