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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Bibla Shqiptare -
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1
|2 Reis 12:1|
Në vitin e shtatë të Jehut, Joasi filloi të mbetërojë dhe mbretëroi dyzet vjet në Jeruzalem. Nëna e tij quhej Tsibiah, ishte nga Beer-Sheba.
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2
|2 Reis 12:2|
Joasi bëri atë që ishte e drejtë në sytë e Zotit për tërë kohën që udhëhiqej nga prifti Jehojada.
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3
|2 Reis 12:3|
Megjithatë vendet e larta nuk u ndryshuan; populli vazhdonte të bënte flijime dhe të digjte temjan në vendet e larta.
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4
|2 Reis 12:4|
Joasi u tha priftërinjve: "Tërë paratë e gjërave të shenjtëruara që çohen në shtëpinë e Zotit, paratë e vëna mënjanë, paratë e caktuara për shpengimin e vetes dhe tërë paratë që secili e ndjen në zemër t´ia çojë shtëpisë së Zotit,
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5
|2 Reis 12:5|
t´i marrin priftërinjtë, secili nga i njohuri i tij, dhe të ndreqin dëmtimet që ka pasur tempulli kudo që të ndodhen".
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6
|2 Reis 12:6|
Por në vitin e njëzetetretë të mbretit Joas priftërinjtë nuk kishin ndrequr akoma dëmtimet e tempullit.
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7
|2 Reis 12:7|
Atëherë mbreti Joas thirri priftin Jehojada dhe priftërinjtë e tjerë dhe u tha: "Pse nuk i keni ndrequr dëmtimet e tempullit? Prandaj mos merrni më para nga të njohurit tuaj, por u jepni për të ndrequr dëmtimet e tempullit".
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8
|2 Reis 12:8|
Priftërinjtë pranuan të mos merrnin më para nga populli, as edhe të ndreqnin dëmtimet e tempullit.
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9
|2 Reis 12:9|
Pastaj prifti Jehojada mori një arkë, hapi një vrimë në kapakun e saj dhe e vendosi përbri altarit, në krahun e djathtë të atij që hyn në shtëpinë e Zotit; priftërinjtë që ruanin hyrjen vendosën aty tërë paratë e sjella në shtëpinë e Zotit.
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10
|2 Reis 12:10|
Kur ata shihnin që në arkë kishte shumë para, atëherë vinin sekretari i mbretit dhe kryeprifti që i vinin paratë në qese dhe numëronin paratë e gjetura në shtëpinë e Zotit.
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva