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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
18-
Bibla Shqiptare -
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1
|Salmos 18:1|
"Të dua, o Zot, forca ime.
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2
|Salmos 18:2|
Zoti është kështjella ime, fortesa ime dhe çliruesi im, Perëndia im, shkëmbi im ku gjej strehë, mburoja ime, fuqia e shpëtimit tim, streha ime e i lartë.
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3
|Salmos 18:3|
Unë i kërkoj ndihmë Zotit, që është i denjë për t´u lëvduar, dhe kështu shpëtoj nga armiqtë e mi.
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4
|Salmos 18:4|
Dhembje vdekjeje më kishin pushtuar dhe përrenj njerëzish të kobshëm më kishin tmerruar.
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5
|Salmos 18:5|
Ankthet e Sheolit më kishin rrethuar dhe leqet e vdekjes më rrinin përpara.
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6
|Salmos 18:6|
Në ankthin tim kërkova Zotin dhe i klitha Perëndisë tim; ai e dëgjoi zërin tim nga tempulli i tij dhe zëri im arriti para tij, në veshët e tij.
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7
|Salmos 18:7|
Atëherë dheu u trondit dhe u drodh; edhe themelet e maleve luajtën dhe ranë, sepse ai ishte zemëruar shumë.
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8
|Salmos 18:8|
Një tym i dilte nga flegrat e tij dhe një zjarr shkatërrimtar dilte nga goja e tij; nga ai shpërthenin thëngjij.
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9
|Salmos 18:9|
Ai i uli qiejtë dhe zbriti me një mjegull të dendur poshtë këmbëve të tij;
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10
|Salmos 18:10|
i kishte hipur një kerubini dhe fluturonte; fluturonte shpejt mbi krahët e erës.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva