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Cornilescu -
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1
|Joel 2:1|
Sunaţi din trîmbiţă în Sion! Sunaţi în gura mare pe muntele Meu cel sfînt, ca să tremure toţi locuitorii ţării. Căci vine ziua Domnului, este aproape! -
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2
|Joel 2:2|
O zi de întunerec şi negură mare, o zi de nori şi de întunecime. Ca zorile dimineţii se întinde peste munţi un popor mare şi puternic, cum n'a mai fost din veac, şi nici în vremurile viitoare nu va mai fi.
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3
|Joel 2:3|
Arde focul înaintea lui, şi pîlpăie flacăra după el. Înaintea lui, ţara era ca o grădină a Edenului, şi după el este un pustiu sterp: nimic nu -i scapă.
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4
|Joel 2:4|
Parcă sînt nişte cai, şi aleargă ca nişte călăreţi.
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5
|Joel 2:5|
Vin uruind ca nişte cară pe munţi, şi pîrăe ca o flacără de foc, cînd mistuie miriştea; par o puternică oştire, gata de luptă.
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6
|Joel 2:6|
Tremură popoarele înaintea lor, şi toate feţele îngălbenesc.
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7
|Joel 2:7|
Aleargă ca nişte războinici, se suie pe ziduri ca nişte războinici, fiecare îşi vede de drumul lui, şi nu se abate din cărarea lui.
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8
|Joel 2:8|
Nu se împing unii pe alţii, fiecare ţine şirul, se năpustesc prin săgeţi şi nu se opresc din mers.
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9
|Joel 2:9|
Se răspîndesc în cetate, aleargă pe ziduri, se suie pe case, şi intră pe ferestre ca un hoţ.
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10
|Joel 2:10|
Înaintea lor se cutremură pămîntul, se zguduie cerurile, soarele şi luna se întunecă, şi stelele îşi pierd lumina.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva