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Cornilescu -
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13
|Naum 3:13|
Iată, poporul tău este ca femeile în mijlocul tău; porţile ţării tale se deschid înaintea vrăjmaşilor tăi; focul îţi mistuie zăvoarele!
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14
|Naum 3:14|
Scoate-ţi apă pentru împresurare! Drege-ţi întăriturile! Calcă pămîntul, frămîntă lutul, şi găteşte cuptorul de cărămidă!
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15
|Naum 3:15|
Acolo te va mînca focul, te va nimici sabia cu desăvîrşitre, te va mistui ca nişte lăcuste, căci te-ai înmulţit ca forfăcarul, te-ai îngrămădit ca lăcustele!
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16
|Naum 3:16|
Negustorii tăi sînt mai mulţi de cît stelele cerului, s'au îngrămădit ca puii de lăcustă cari îşi întind aripile şi sboară.
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17
|Naum 3:17|
Voivozii tăi sînt ca lăcustele, mai marii tăi ca o ceată de lăcuste, cari tăbărăsc în dumbrăvi pe răcoarea zilei: cînd răsare soarele, sboară, şi nu se mai cunoaşte locul unde erau.
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18
|Naum 3:18|
În timp ce păstorii tăi dorm, împărate al Asiriei, şi viţeii tăi se odihnesc, poporul tău este risipit pe munţi, şi nimeni nu -l mai strînge.
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|Naum 3:19|
Rana ta nu se alină prin nimic, rana ta este fără leac! Toţi ceice vor auzi de tine vor bate din palme, căci cine este acela, pe care să nu -l fi atins răutatea ta
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva