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Dansk Bibel -
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1
|Amós 6:1|
Ve Zions sorgløse mænd og de trygge på Samarias bjerg, I ædle blandt førstegrødefolket, hvem Israels Hus søger til;"
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2
|Amós 6:2|
(drag over til Kalne og se, derfra over til det store Hamat og ned til Filisternes Gat: Er de bedre end disse Riger, deres Område større end eders?)
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3
|Amós 6:3|
I, som afviser Ulykkesdagen og bringer Urettens Sæde nær.
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4
|Amós 6:4|
De ligger på Elfenbenslejer, henslængt på deres Bænke; af Hjorden æder de Lam og Kalve fra Fedesti;"
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5
|Amós 6:5|
de kvidrer til Harpeklang og opfinder Strengeleg som David;"
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6
|Amós 6:6|
de drikker Vinen af Kander og salver sig med ypperste Olie, men sørger ej over Josefs Skade.
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7
|Amós 6:7|
Derfor skal de nu føres bort forrest i landflygtiges Flok. Dagdrivernes Skrål får Ende, lyder det fra HERREN, Hærskarers Gud.
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8
|Amós 6:8|
Den Herre HERREN svor ved sig selv: Afsky har jeg for Jakobs Hovmod, hans Borge vækker mit Had; jeg prisgiver Byen og dens fylde."
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9
|Amós 6:9|
Og er der end hele ti Mænd i eet Hus de skal dog dø.
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10
|Amós 6:10|
Og levnes der een, så trækkes han frem af sin Slægtning og den, som røer når Ligene hentes af Huse. Og han siger til ham inderst i Huset: "Er der flere hos dig?" Hin svarer: "Ingen!" Da siger han: "Tys!" Thi HERRENs Navn tør de ikke nævne."
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva