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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Dansk Bibel -
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1
|Atos 2:1|
Og da Pinsefestens Dag kom, vare de alle endrægtigt forsamlede.
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2
|Atos 2:2|
Og der kom pludseligt fra Himmelen en Lyd som af et fremfarende vældigt Vejr og fyldte hele Huset, hvor de sade.
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3
|Atos 2:3|
Og der viste sig for dem Tunger som af Ild, der fordelte sig og satte sig på hver enkelt af dem.
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4
|Atos 2:4|
Og de bleve alle fyldte med den Helligånd, og de begyndte at tale i andre Tungemål, efter hvad Ånden gav dem at udsige.
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5
|Atos 2:5|
Men der var Jøder, bosiddende i Jerusalem, gudfrygtige Mænd af alle Folkeslag under Himmelen.
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6
|Atos 2:6|
Da denne Lyd kom, strømmede Mængden sammen og blev forvirret; thi hver enkelt hørte dem tale på hans eget Mål."
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7
|Atos 2:7|
Og de forbavsedes alle og undrede sig og sagde: "Se, ere ikke alle disse, som tale, Galilæere?"
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8
|Atos 2:8|
Hvor kunne vi da høre dem tale, hver på vort eget Mål, hvor vi ere fødte,
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9
|Atos 2:9|
Parthere og Medere og Elamiter, og vi, som høre hjemme i Mesopotamien, Judæa og Happadokien. Pontus og Asien,
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10
|Atos 2:10|
i Frygien og Pamfylien, Ægypten og Libyens Egne ved Kyrene, og vi her boende Romere,
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva