-
-
Dansk Bibel -
-
21
|Gálatas 4:21|
Siger mig, I, som ville være under Loven, høre I ikke Loven?
-
22
|Gálatas 4:22|
Der er jo skrevet, at Abraham havde to Sønner, en med Tjenestekvinden og en med den frie Kvinde.
-
23
|Gálatas 4:23|
Men Tjenestekvindens Søn er avlet efter Kødet, den frie Kvindes ved Forjættelsen.
-
24
|Gálatas 4:24|
Dette har en billedlig Betydning. Thi disse Kvinder ere tvende Pagter, den ene fra Sinai Bjerg, som føder til Trældom: denne er Hagar.
-
25
|Gálatas 4:25|
Thi "Hagar" er Sinai Bjerg i Arabien, men svarer til det nuværende Jerusalem; thi det er i Trældom med sine Børn."
-
26
|Gálatas 4:26|
Men Jerusalem heroventil er frit, og hun er vor Moder.
-
27
|Gálatas 4:27|
Thi der er skrevet: "Fryd dig, du ufrugtbare, du, som ikke føder! bryd ud og råb, du, som ikke har Fødselsveer! thi mange ere den enliges Børn fremfor hendes, som har Manden."
-
28
|Gálatas 4:28|
Men vi, Brødre! ere Forjættelsens Børn i Lighed med Isak.
-
29
|Gálatas 4:29|
Men ligesom dengang han, som var avlet efter Kødet, forfulgte ham, som var avlet efter Ånden, således også nu.
-
30
|Gálatas 4:30|
Men hvad siger Skriften?"Uddriv Tjenestekvinden og hendes Søn; thi Tjenestekvindens Søn skal ingenlunde arve med den frie Kvindes Søn."
-
-
Sugestões

Clique para ler Levítico 20-22
08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva