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Dansk Bibel -
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1
|Jonas 4:1|
Men det tog Jonas såre fortrydeligt op, og han blev vred.
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2
|Jonas 4:2|
Så bad han til HERREN og sagde: "Ak, HERRE! Var det ikke det, jeg tænkte, da jeg endnu var hjemme i mit Land? Derfor vilde jeg også før fly til Tarsis; jeg vidste jo, at du er en nådig og barmhjertig Gud, langmodig og rig på Miskundhed, og at du angrer det onde."
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3
|Jonas 4:3|
Så tag nu, HERRE, mit Liv; thi jeg vil hellere dø end leve."
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4
|Jonas 4:4|
Men HERREN sagde: "Er det med Rette; du er vred?"
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5
|Jonas 4:5|
Så gik Jonas ud og slog sig ned østen for Byen; der byggede han sig en Løvhytte og satte sig i Skygge under den for at se, hvorledes det gik Byen."
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6
|Jonas 4:6|
Da bød Gud HERREN en Olieplante skyde op over Jonas og skygge over hans Hoved for at tage hans Mismod, og Jonas glædede sig højligen over den.
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7
|Jonas 4:7|
Men ved Morgengry næste Dag bød Gud en Orm stikke Olieplanten, så den visnede;"
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8
|Jonas 4:8|
og da Solen stod op, rejste Gud en glødende Østenstorm, og Solen stak Jonas i Hovedet, så han vansmægtede og ønskede sig Døden, idet han tænkte: "Jeg vil hellere dø end leve."
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9
|Jonas 4:9|
Men Gud sagde til Jonas: "Er det med Rette, du er vred for Olieplantens Skyld?" Han svarede: "Ja, med Rette er jeg så vred, at jeg kunde tage min Død derover,"
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10
|Jonas 4:10|
Da sagde HERREN: "Du ynkes over Olieplanten, som du ingen Møje har haft med eller opelsket, som blev til på een Nat og gik ud på een Nat."
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Sugestões

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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva