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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Dansk Bibel -
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27
|Juízes 18:27|
De tog så Guden, som Mika havde lavet, tillige med hans Præst og drog mod Lajisj, mod et Folk, der levede sorgløst og trygt, huggede dem ned med Sværdet og stak Ild på Byen,
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28
|Juízes 18:28|
uden at nogen kunde komme den til Hjælp, thi den lå langt fra Zidon, og de havde intet med Aramæerne at gøre. Den ligger i Bet Rehobs Dal. Så byggede de Byen op igen og bosatte sig der;"
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29
|Juízes 18:29|
og de gav den Navnet Dan efter deres Stamfader Dan, Israels Søn; men før var Byens Navn Lajisj."
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30
|Juízes 18:30|
Derpå stillede Daniterne Gudebilledet op hos sig; og Jonatan, en Søn af Moses's Søn Gersom, og hans Efterkommere var Præster for Daniternes Stamme, indtil Landets Indbyggere førtes i Landflygtighed."
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31
|Juízes 18:31|
Og det Gudebillede, Mika havde lavet sig, stillede de op hos sig, og det stod der, al den Tid Guds Hus var i Silo.
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1
|Juízes 19:1|
I de Dage, da der ingen Konge var i Israel, var der en Mand, en Levit, der boede som fremmed i Udkanten af Efraims Bjerge. Han tog sig en Kvinde fra Betlehem i Juda til Medhustu.
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2
|Juízes 19:2|
Men Medhustruen blev vred på ham, forlod ham og tog til sin Faders Hus i Betlehem i Juda. Da hun havde været der en fire Måneders Tid,
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3
|Juízes 19:3|
drog hendes Mand af Sted efter hende for at overtale hende til at vende tilbage. Han havde sin Tjener og et Par Æsler med. Da han kom til hendes Faders Hus, fik den unge Kvindes Fader Øje på ham og kom ham glad i Møde;"
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4
|Juízes 19:4|
og hans Svigerfader, den unge Kvindes Fader, holdt på ham, så at han blev hos ham i tre Dage; og de spiste og drak og overnattede der."
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5
|Juízes 19:5|
Tidligt om Morgenen den fjerde Dag gjorde han sig rede til at drage bort; men den unge Kvindes Fader sagde til sin Svigersøn: "Styrk dig først med en Bid Brød, så kan I siden drage bort!"
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva