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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Dansk Bibel -
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26
|Juízes 19:26|
Ved Morgenens Frembrud kom Kvinden og faldt sammen ved Indgangen til den Mands Hus, hvor hendes Herre var, og lå der, til det blev lyst.
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27
|Juízes 19:27|
Og da hendes Herre om Morgenen lukkede Husets Dør op og gjorde sig rede til at drage videre, se, da lå Kvinden, hans Medhustru, ved Indgangen til Huset med Hænderne på Tærskelen.
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28
|Juízes 19:28|
Han sagde da til hende: "Rejs dig og lad os komme af Sted!" Men der kom intet Svar. Så løftede han hende op på Æselet og rejste til sit Hjem."
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29
|Juízes 19:29|
Men da han kom hjem, greb han en Kniv, tog sin Medhustru, skar hende i tolv Stykker, Ledemod for Ledemod, og sendte Stykkerne rundt i hele Israels Land;"
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30
|Juízes 19:30|
og han gav de Mænd, han udsendte, den Befaling: "Således skal I sige til alle Israels Mænd: Er sligt hidtil hændet, siden Israelitterne drog op fra Ægypten? Overvej Sagen, hold Råd og sig eders Mening!" Og enhver, som så det, sagde: "Sligt er ikke hidtil hændet eller set, siden Israelitterne drog op fra Ægypten!"
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1
|Juízes 20:1|
Da rykkende alle Israelitterne ud, og Menigheden samledes som een Mand fra Dan til Be'ersjeba for HERREN i Mizpa; også fra Gileads Land kom de."
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2
|Juízes 20:2|
Alle Folkets Støtter, alle Israels Stammer indfandt sig i Guds Folks Forsamling, 400000 Mand Fodfolk, væbnet med Sværd.
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3
|Juízes 20:3|
Benjaminiterne hørte, at Israelitterne var draget op til Mizpa. Og Israelitterne sagde: "Fortæl dog, hvorledes denne Misgerning gik for sig!"
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4
|Juízes 20:4|
Da tog Manden, Leviten, den myrdede Kvindes Mand, til Orde og sagde: "Jeg og min Medhustru kom til Gibea i Benjamin for at overnatte der."
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5
|Juízes 20:5|
Så rejste Gibeas Borgere sig imod mig og omringede mig om Natten i Huset; mig vilde de dræbe, og min Medhustru skændede de, så at hun døde."
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva