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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Dansk Bibel -
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1
|Números 36:1|
Overhovederne for Fædrenehsene i Gileaditernes Slægt Gilead var en Søn af Manasses Søn Makir af Josefs Sønners Slægter trådte frem og talte for Moses og Øversterne, Overhovederne for Israelitternes Fædrenehuse,
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2
|Números 36:2|
og sagde: "HERREN har pålagt min Herre at udskifte Landet mellem Israelitterne ved Lodkastning, og min Herre har i HERRENs Navn påbudt at give vor Frænde Zelofhads Arvelod til hans Døtre."
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3
|Números 36:3|
Men hvis de nu indgår Ægteskab med Mænd, der hører til en anden af Israels Stammer, så unddrages deres Arvelod jo vore Fædres Arvelod, og således øges den Stammes Arvelod, som de kommer til at tilhøre, medens den Arvelod, der er tilfaldet os ved Lodkastning, formindskes;"
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4
|Números 36:4|
og når Israelitterne får Jubelår, lægges deres Arvelod til den Stammes Arvelod, som de kommer til at tilhøre, og således unddrages deres Arvelod vor fædrene Stammes Arvelod."
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5
|Números 36:5|
Da udstedte Moses efter HERRENs Ord følgende Bud til Israelitterne: "Josefs Sønners Stamme har talt ret!"
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6
|Números 36:6|
Således er HERRENs Bud angående Zelofhads Døtre: De må indgå Ægteskab med hvem de ønsker, men det må kun være Mænd af deres Faders Stammes Slægt, de indgår Ægteskab med.
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7
|Números 36:7|
Thi ingen Arvelod, der tilhører Israel, må gå over fra en Stamme til en anden, men Israelitterne skal holde fast hver ved sin fædrene Stammes Arvelod.
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8
|Números 36:8|
Enhver Datter, som får en Arvelod i en af Israelitternes Stammer, skal indgå Ægteskab med en Mand af sin fædrene Stammes Slægt, for at Israelitterne kan beholde hver sine Fædres Arvelod som Ejendom;"
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9
|Números 36:9|
og ingen Arvelod må gå over fra den ene Stamme til den anden, men Israelitternes Stammer skal holde fast hver ved sin Arvelod!"
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10
|Números 36:10|
Zelofhads Døtre gjorde da, som HERREN pålagde Moses,
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva