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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Dansk Bibel -
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26
|Provérbios 3:26|
thi HERREN skal være din Tillid, han vogter din Fod, så den ikke hildes.
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27
|Provérbios 3:27|
Nægt ikke den trængende Hjælp, når det står i din Magt at hjælpe;"
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28
|Provérbios 3:28|
sig ej til din Næste: "Gå og kom igen, jeg vil give i Morgen!" - såfremt du har det."
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29
|Provérbios 3:29|
Tænk ikke på ondt mod din Næste, når han tillidsfuldt bor i din Nærhed.
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30
|Provérbios 3:30|
Yp ikke Trætte med sagesløs Mand, når han ikke har voldet dig Men.
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31
|Provérbios 3:31|
Misund ikke en Voldsmand, græm dig aldrig over hans Veje;"
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32
|Provérbios 3:32|
thi den falske er HERREN en Gru; mod retsindig er han fortrolig;"
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33
|Provérbios 3:33|
i den gudløses Hus er HERRENs Forbandelse, men retfærdiges Bolig velsigner han.
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34
|Provérbios 3:34|
Over for Spottere bruger han Spot, men ydmyge giver han Nåde.
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35
|Provérbios 3:35|
De vise får Ære til Arv, men Tåber høster kun Skam.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva