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Dansk Bibel -
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1
|Rute 3:1|
Men hendes Svigermoder No'omi sagde til hende: "Min Datter, skal jeg ikke søge at skaffe dig et Hjem, hvor du kan få det godt?"
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2
|Rute 3:2|
Nu vel! Boaz, hvis Piger du var sammen med, er vor Slægtning; se, han kaster i Nat Byg på Tærskepladsen;"
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3
|Rute 3:3|
tvæt dig nu og salv dig, tag dine Klæder på og gå ned på Tærskepladsen; men lad ikke Manden mærke noget til dig, før han er færdig med at spise og drikke;"
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4
|Rute 3:4|
når han da lægger sig, mærk dig så Stedet, hvor han lægger sig, og gå hen og løft Kappen op ved hans Fødder og læg dig der, så skal han nok sige dig, hvad du skal gøre!"
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5
|Rute 3:5|
Hun svarede: "Jeg vil gøre alt. hvad du siger!"
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6
|Rute 3:6|
Så gik hun ned på Tærskepladsen og gjorde alt, hvad hendes Svigermoder havde pålagt hende.
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7
|Rute 3:7|
Da Boaz havde spist og drukket og var vel tilpas, gik han hen og lagde sig ved Korndyngen; så gik hun sagte hen og løftede Kappen op ved hans Fødder og lagde sig der."
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8
|Rute 3:8|
Ved Midnatstide blev Manden opskræmt og bøjede sig frem, og se, da lå der en Kvinde ved hans Fødder.
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9
|Rute 3:9|
Da sagde han: "Hvem er du?" Og hun svarede: "Jeg er Rut, din Trælkvinde! Bred Fligen af din Kappe ud over din Trælkvinde; thi du er Løser!"
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10
|Rute 3:10|
Da sagde han: "HERREN velsigne dig, min Datter! Den Godhed, du nu sidst har udvist, overgår den, du før udviste, at du nu ikke er gået efter de unge Mænd, hverken fattige eller rige!"
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Sugestões

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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva