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Dansk Bibel -
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|Tiago 2:1|
Mine Brødre! Eders Tro på vor Herre Jesus Kristus, den herliggjorte, være ikke forbunden med Persons Anseelse!
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2
|Tiago 2:2|
Når der nemlig kommer en Mand ind i eders Forsamling med Guldring på Fingeren, i prægtig Klædning, men der også kommer en fattig ind i smudsig Klædning,
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3
|Tiago 2:3|
og I fæste Øjet på den, som bærer den prægtige Klædning og sige: Sæt du dig her på den gode Plads, og I sige til den fattige: Stå du der eller sæt dig nede ved min Fodskammel:
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4
|Tiago 2:4|
ere I så ikke komne i Strid med eder selv og blevne Dommere med slette Tanker?
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5
|Tiago 2:5|
Hører, mine elskede Brødre! Har Gud ikke udvalgt de for Verden fattige til at være rige i Tro og Arvinger til det Rige, som han har forjættet dem, der elske ham?
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6
|Tiago 2:6|
Men I have vanæret den fattige! Er det ikke de rige, som underkue eder, og er det ikke dem, som slæbe eder for Domstolene?
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7
|Tiago 2:7|
Er det ikke dem, som bespotte det skønne Navn, som er nævnet over eder?
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|Tiago 2:8|
Ganske vist, dersom I opfylde den kongelige Lov efter Skriften: "Du skal elske din Næste som dig selv", gøre I ret;"
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9
|Tiago 2:9|
men dersom I anse Personer, gøre I Synd og revses af Loven som Overtrædere.
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10
|Tiago 2:10|
Thi den, som holder hele Loven, men støder an i eet Stykke, er bleven skyldig i alle.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva