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Biblia Dios Habla Hoy -
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30
|Neemias 3:30|
Tras él repararon otro tramo Hananías, hijo de Selemías, y Hanún, que era el sexto hijo de Salaf; y a continuación de ellos, Mesulam, hijo de Berequías, lo hizo frente a su casa.
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31
|Neemias 3:31|
Malquías, el platero, reparó el siguiente tramo de la muralla hasta la casa de los servidores del templo, y la de los comerciantes, frente a la puerta de la Inspección y hasta el puesto de vigilancia de la esquina.
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32
|Neemias 3:32|
Los plateros y los comerciantes repararon el siguiente tramo desde el puesto de vigilancia de la esquina hasta la puerta de las Ovejas.
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Burlas de los enemigos
Oración de Nehemías
Amenazas de los enemigos
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1
|Neemias 4:1|
Cuando Sambalat supo que estábamos reconstruyendo la muralla, se indignó y, enfurecido, comenzó a burlarse de los judíos
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2
|Neemias 4:2|
diciendo ante sus compañeros y el ejército de Samaria: «¿Qué se creen estos judíos muertos de hambre? ¿Acaso piensan que se les va a permitir ofrecer sacrificios otra vez? ¿O que podrán terminar el trabajo en un día? ¿O que de los montones de escombros van a sacar nuevas las piedras que se quemaron?»
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3
|Neemias 4:3|
A su lado estaba Tobías, el amonita, que añadió: «Para colmo, miren el muro que están construyendo: ¡hasta una zorra lo puede echar abajo, si se sube en él!»
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4
|Neemias 4:4|
Entonces yo oré: «Dios nuestro: escucha cómo se burlan de nosotros. Haz que sus ofensas se vuelvan contra ellos, y que caigan en poder del enemigo y sean llevados cautivos a otro país.
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5
|Neemias 4:5|
No les perdones su maldad, ni borres de tu presencia su pecado, pues han insultado a los que están reconstruyendo la muralla.»
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6
|Neemias 4:6|
Continuamos, pues, reconstruyendo la muralla, que estaba ya levantada hasta la mitad. La gente trabajaba con entusiasmo.
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7
|Neemias 4:7|
Pero cuando Sambalat, Tobías, los árabes, los de Amón y los de Asdod supieron que la reparación de la muralla de Jerusalén seguía adelante y que se había comenzado a tapar las brechas, se enojaron muchísimo,
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Sugestões

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07 de julho LAB 554
CRÊ-ACIONISTA
SALMOS 135-139
Sabe por que na leitura de hoje tem tantos salmos de louvor para depois terminar com um salmo científico? Para começar a responder, quero lhe mostrar o resultado de duas pesquisas feitas com cientistas a respeito de suas crenças religiosas (Perspective Digest - ano 2001, vol. 6, nº. 3):
CIENTISTAS QUE...
(Primeira Pesquisa – Realizada em 1916)
...disseram acreditar em Deus 40%
...disseram não acreditar em Deus 45%
...não responderam à pesquisa 15%
(Segunda Pesquisa – Realizada em 1996)
...disseram acreditar em Deus 40%
...disseram não acreditar em Deus 45%
...não responderam à pesquisa 15%
Depois de 80 anos, a crença dos cientistas não mudou porque, na natureza, há evidências da existência do Criador! Por isso, Einstein falava que “a ciência sem a religião é manca; e a religião sem a ciência é cega”. Deus deseja que a ciência seja uma ferramenta útil para mostrar que Ele é o Criador. Como Ele é um Ser e não simples matéria ou fórmula, Sua existência é provada pelos humanos através da experiência pessoal, no relacionamento com Ele. Nem todos têm essa coragem. Dessa forma, ao longo do tempo, sempre existem crentes e céticos.
Mas os criacionistas são a grande maioria. Muito mais da metade da população acredita que fomos feitos por Deus. Por que, após mais de um século de pregação, tão poucos sigam a doutrina evolucionista? Para Ariel Roth, cientista cristão, o problema é que “muitos acham difícil acreditar que o homem e todas as complexas formas de vida ao seu redor, juntamente com a Terra e um Universo que tão adequadamente os sustentam, se tornaram organizados por si mesmos.”
É muito ilógico olhar para um sistema de complexidade irredutível, como por exemplo, o olho, e não esperar que alguém o tenha planejado (Michael J. Behe, A Caixa Preta de Darwin - Editora Jorge Zahar). Isso tem sido motivo de discussão por dois séculos. A questão da origem do olho não é tida como um tópico favorito de discussão, por vários evolucionistas (Pierre P. Grassé, Evolution of Living Organisms: Evidence for a New Theory of Transformation - Nova York, San Francisco e Londres: Academic Press - 105). Até Darwin, ciente desse problema, confessou seu desespero numa carta que escreveu a Asa Grey, em 3 de abril de 1860, que diz: “Só de pensar no olho, tenho calafrios”. “Tipos altamente complexos de olhos como os nossos são um assombro de partes coordenadas que operam em conjunto para que possamos ver” (Ariel A. Roth, Origens, Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2001, 29-30). “Eu te louvo porque me fizeste de modo especial e admirável. Tuas obras são maravilhosas! Digo isso com convicção” (Salmo 139:14).
Valdeci Júnior
Fátima Silva