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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Dutch Staten Vertaling -
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1
|1 Crônicas 27:1|
Dit nu zijn de kinderen Israels naar hun getal, de hoofden der vaderen, en de oversten der duizenden en der honderden, met hun ambtlieden, den koning dienende in alle zaken der verdelingen, aangaande en afgaande van maand tot maand in al de maanden des jaars; elke verdeling was vier en twintig duizend.
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2
|1 Crônicas 27:2|
Over de eerste verdeling in de eerste maand was Jasobam, de zoon van Zabdiel; en in zijn verdeling waren er vier en twintig duizend.
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3
|1 Crônicas 27:3|
Hij was uit de kinderen van Perez, het hoofd van al de oversten der heiren in de eerste maand.
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4
|1 Crônicas 27:4|
En over de verdeling in de tweede maand was Dodai, de Ahohiet, en over zijn verdeling was Mikloth ook voorganger; in zijn verdeling waren er ook vier en twintig duizend.
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5
|1 Crônicas 27:5|
De derde overste des heirs in de derde maand was Benaja, de zoon van Jojada, den opperambtman; die was het hoofd; in zijn verdeling waren er ook vier en twintig duizend.
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6
|1 Crônicas 27:6|
Deze Benaja was een held van de dertig, en over de dertig; en over zijn verdeling was Ammizabad, zijn zoon.
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7
|1 Crônicas 27:7|
De vierde, in de vierde maand, was Asahel, de broeder van Joab, en na hem Zebadja, zijn zoon; in zijn verdeling waren er ook vier en twintig duizend.
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8
|1 Crônicas 27:8|
De vijfde, in de vijfde maand, was Samhuth, de Jizrahiet, de overste; in zijn verdeling waren er ook vier en twintig duizend.
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9
|1 Crônicas 27:9|
De zesde, in de zesde maand, was Ira, de zoon van Ikkes, de Thekoiet; in zijn verdeling waren er ook vier en twintig duizend.
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10
|1 Crônicas 27:10|
De zevende, in de zevende maand, was Helez, de Peloniet, uit de kinderen van Efraim; in zijn verdeling waren er ook vier en twintig duizend.
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Sugestões

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02 de julho LAB 549
UM PROBLEMA DOS NOTICIÁRIOS
SALMOS 100-105
Você gosta de assistir aos noticiários na TV? “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará” (Salmo 101:3).
Há anos, perdi o hábito de assistir aos telejornais ou revistas eletrônicas dos principais canais de TV. Hoje, leio alguma coluna de reflexão ou matéria de turismo em alguma fonte impressa esporadicamente. Pensei que passaria a ser alguém, como dizem, “desinformado”. Para minha surpresa, além de não perder nada, passei a ter uma percepção mais aguçada para muitas coisas. E se você duvida, para argumentar o contrário, experimente primeiro passar um semestre sem se abeberar dessas fontes, pelo menos. Vai descobrir o mesmo.
Quando dizemos que precisamos de todas as informações transmitidas pela mídia para ser pessoas bem informadas, estamos estreitando a dimensão universal de tudo o que existe. Como seria possível colocar a totalidade dos fatos ocorridos em todos os horários e locais, os procedimentos, contextos, ideias e pessoas, em espaços tão limitados de veiculação informativa? É óbvio que o divulgador opta por divulgar o que quer. Como quer ser visto, usa como critério para esse filtro, o que seu contemplador gostará de assistir. Como Satanás nos aguça a gostar mais daquilo que não presta, aí entra o sensacionalismo.
A prática do jornal é um sensacionalismo não assumido (muitos discordam disso) exatamente por distorcer diante do seu consumidor final o universalismo da realidade. Se você gastar as 12 horas claras do dia na movimentação urbana, provavelmente verá muita coisa normal e até boa. Mas, na sua TV, verá um quadro de desgraças repintando a mesma realidade. Você viu inúmeras esquinas e cruzamentos apertadíssimos, com intensa complexidade semafórica, onde milhares de automóveis e pedestres cruzaram durante o dia sem colidir. Porém, no telejornal, contemplará, como se fosse um todo da realidade urbana, os isoladíssimos acidentes de trânsito que aconteceram; foram farejados, chafurdados e exibidos. Por que o jornalista não gastou seu tempo mostrando como o trânsito é complexo e funciona relativamente tão bem? Por que não empregou seus esforços em fazer uma matéria que ensinasse como ter mais destrezas, percepção e cuidados em pontos específicos do tráfego que são críticos? Na linguagem técnica, não é “matéria quente”. Ou seja, é a notícia que não vende e não conquista audiência. Uma das características do sensacionalismo é a de não se preocupar com o que a pessoa precisa ver, mas somente com o que ela quer ver. A partir desta bitolação, a prioridade de formar, educar e redimir é sacrificada. Qual a vantagem em assistir a notificação de um acidente de trânsito? É melhor ler minha Bíblia.
Valdeci Júnior
Fátima Silva