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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Dutch Staten Vertaling -
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1
|1 Reis 16:1|
Toen geschiedde het woord des HEEREN tot Jehu, den zoon van Hanani, tegen Baesa, zeggende:
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2
|1 Reis 16:2|
Daarom, dat Ik u uit het stof verheven, en u tot een voorganger over Mijn volk Israel gesteld heb, en gij gewandeld hebt in den weg van Jerobeam, en Mijn volk Israel hebt doen zondigen, Mij tot toorn verwekkende door hun zonden;
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3
|1 Reis 16:3|
Zie, zo zal Ik de nakomelingen van Baesa, en de nakomelingen van zijn huis wegdoen; en Ik zal uw huis maken, gelijk het huis van Jerobeam, den zoon van Nebat.
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4
|1 Reis 16:4|
Die van Baesa in de stad sterft, zullen de honden eten, en die van hem in het veld sterft, zullen de vogelen des hemels eten.
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5
|1 Reis 16:5|
Het overige nu der geschiedenissen van Baesa, en wat hij gedaan heeft, en zijn macht, zijn die niet geschreven in het boek der kronieken der koningen van Israel?
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6
|1 Reis 16:6|
En Baesa ontsliep met zijn vaderen, en werd begraven te Thirza; en zijn zoon Ela regeerde in zijn plaats.
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7
|1 Reis 16:7|
Alzo geschiedde ook het woord des HEEREN, door den dienst van den profeet Jehu, den zoon van Hanani, tegen Baesa en tegen zijn huis; en dat om al het kwaad, dat hij gedaan had in de ogen des HEEREN, Hem tot toorn verwekkende door het werk zijner handen, omdat hij was gelijk het huis van Jerobeam, en omdat hij hetzelve verslagen had.
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8
|1 Reis 16:8|
In het zes en twintigste jaar van Asa, den koning van Juda, werd Ela, de zoon van Baesa, koning over Israel, te Thirza, en regeerde twee jaren.
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9
|1 Reis 16:9|
En Zimri, zijn knecht, overste van de helft der wagenen, maakte een verbintenis tegen hem, als hij te Thirza was, zich dronken drinkende in het huis van Arza, den hofmeester te Thirza;
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10
|1 Reis 16:10|
Zo kwam Zimri in, en sloeg hem, en doodde hem, in het zeven en twintigste jaar van Asa, den koning van Juda; en hij werd koning in zijn plaats.
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva