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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Dutch Staten Vertaling -
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1
|2 Crônicas 32:1|
Na deze geschiedenissen en derzelver bevestiging, kwam Sanherib, de koning van Assyrie, en toog in Juda, en legerde zich tegen de vaste steden, en dacht ze tot zich af te scheuren.
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2
|2 Crônicas 32:2|
Jehizkia nu ziende, dat Sanherib kwam, en zijn aangezicht was tot den krijg tegen Jeruzalem;
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3
|2 Crônicas 32:3|
Zo hield hij raad met zijn vorsten en zijn helden, om de fonteinwateren te stoppen, die buiten de stad waren; en zij hielpen hem.
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4
|2 Crônicas 32:4|
Want veel volks werd vergaderd, dat al de fonteinen stopte, mitsgaders de beek, die door het midden des lands henenvloeide, zeggende: Waarom zouden de koningen van Assyrie komen, en veel waters vinden?
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5
|2 Crônicas 32:5|
Zo versterkte hij zich, en bouwde den gehelen muur op, die gebroken was, dien hij optrok tot aan de torens, met een anderen muur daarbuiten, en hij versterkte Millo in de stad Davids; en hij maakte geweer en schilden in menigte.
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6
|2 Crônicas 32:6|
En hij stelde krijgsoversten over het volk, en hij vergaderde hen tot zich in de straat der stadspoort, en sprak naar hun hart, zeggende:
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7
|2 Crônicas 32:7|
Zijt sterk, en hebt een goeden moed, vreest niet, en ontzet u niet, voor het aangezicht des konings van Assyrie, noch voor het aangezicht der ganse menigte, die met hem is; want met ons is er meer, dan met hem.
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8
|2 Crônicas 32:8|
Met hem is een vreselijke arm, maar met ons is de HEERE, onze God, om ons te helpen, en om onze krijgen te krijgen. En het volk steunde op de woorden van Jehizkia, den koning van Juda.
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9
|2 Crônicas 32:9|
Na dezen zond Sanherib, de koning van Assyrie, zijn knechten naar Jeruzalem,, doch hij zelf was voor Lachis, en al zijn heerschappij met hem) tot Jehizkia, den koning van Juda, en tot het ganse Juda, dat te Jeruzalem was, zeggende:
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10
|2 Crônicas 32:10|
Zo zegt Sanherib, de koning van Assyrie: Waarom vertrouwt gij, dat gij te Jeruzalem blijft in de vesting?
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva