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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Dutch Staten Vertaling -
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1
|Êxodo 36:1|
Toen wrocht Bezaleel en Aholiab, en alle man, die wijs van hart was, in denwelken de HEERE wijsheid en verstand gegeven had, om te weten, hoe zij maken zouden alle werk ten dienste des heiligdoms naar alles, dat de HEERE geboden had.
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2
|Êxodo 36:2|
Want Mozes had geroepen Bezaleel en Aholiab, en alle man, die wijs van hart was, in wiens hart God wijsheid gegeven had, al wiens hart hem bewogen had, dat hij toetrad tot het werk, om dat te maken.
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3
|Êxodo 36:3|
Zij dan namen van voor het aangezicht van Mozes het ganse hefoffer, hetwelk de kinderen Israels gebracht hadden, tot het werk van den dienst des heiligdoms, om dat te maken; doch zij brachten tot hem nog allen morgen vrijwillig offer.
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4
|Êxodo 36:4|
Derhalve kwamen alle wijzen, die al het werk des heiligdoms maakten, ieder man van zijn werk, hetwelk zij maakten;
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5
|Êxodo 36:5|
En zij spraken tot Mozes, zeggende: Het volk brengt te veel, meer dan genoeg is ten dienste des werks, hetwelk de HEERE te maken geboden heeft.
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6
|Êxodo 36:6|
Toen gebood Mozes, dat men een stem zoude laten gaan door het leger, zeggende: Man noch vrouw make geen werk meer ten hefoffer des heiligdoms! Alzo werd het volk teruggehouden van meer te brengen.
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7
|Êxodo 36:7|
Want der stoffe was denzelven genoeg tot het gehele werk, dat te maken was; ja, er was over.
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8
|Êxodo 36:8|
Alzo maakte een ieder wijze van hart, onder degenen, die het werk maakten, den tabernakel van tien gordijnen, van getweernd fijn linnen, en hemelsblauw, en purper, en scharlaken met cherubim; van het allerkunstelijkste werk maakte hij ze.
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9
|Êxodo 36:9|
De lengte ener gordijn was van acht en twintig ellen, en de breedte ener gordijn van vier ellen; al deze gordijnen hadden een maat.
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10
|Êxodo 36:10|
En hij voegde vijf gordijnen, de ene aan de andere; en hij voegde andere vijf gordijnen, de ene aan de andere.
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Sugestões

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16 de outubro LAB 655
AS DUAS TRANSFORMAÇÕES
Marcos 07-09
A leitura de hoje me fez lembrar de uma das mais belas obras de arte guardadas na Itália. Estou falando do famoso quadro “Transfiguração”, de Rafael Sanzio, que, embora não intencionalmente, resumiu o espírito da Reforma.
A pintura mostra Cristo em pé sobre o monte, com os endemoninhados olhando esperançosamente para Ele desde o vale (Marcos 9:2-29). Os dois grupos de discípulos – um na montanha, o outro no vale – retratam dois tipos de cristãos. Os discípulos da montanha desejavam permanecer com Cristo, mais ou menos indiferentes às necessidades que ocorriam no vale. Ao longo dos séculos, muitos têm construído no alto da “montanha”, muito afastados das necessidades do mundo. Sua experiência é a das orações desacompanhadas de obras. Por outro lado, os discípulos do vale trabalhavam sem oração – e seus esforços em desalojar os demônios provaram-se um fracasso. Multidões têm sido vencidas tanto pela tentação de trabalhar em favor dos outros sem o poder da oração, quanto pela tentação de muito orar sem trabalhar pelos outros. Ambos os tipos de cristãos necessitam que a imagem de Deus seja neles restaurada.
Deus espera converter seres caídos em imagens Suas, através da transformação de sua vontade, mente, desejos e caracteres. O Espírito Santo traz aos crentes uma decisiva mudança de aparência. Seus frutos: “amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio” (Gálatas 5:22-23) constituem agora o estilo de vida destes cristãos – mesmo tendo em vista que eles continuarão sendo mortais corruptíveis até o retorno de Cristo. Se não Lhe resistirmos, Cristo poderá efetuar em nós a obra da transformação santificadora.
A transfiguração de Cristo revela outro marcante contraste. Cristo foi transfigurado mas, em certo sentido, também o foi o garoto no vale. O menino foi transfigurado numa imagem demoníaca (Marcos 9:1-29). Aqui podemos ver claramente dois planos opostos – o plano divino de restaurar-nos e o plano satânico de arruinar-nos. As Escrituras dizem que Deus é capaz de nos guardar “de tropeços” (Judas 24). Satanás, por sua vez, faz tudo o que a seu alcance está para manter-nos no estado decaído.
A vida envolve constantes mudanças. Não existe terreno neutro. Ou estaremos sendo enobrecidos, ou degradados. Ou seremos “escravos do pecado”, ou “da justiça” (Romanos 6:17-18). Quem quer que ocupe nossa mente, estará ocupando todo o nosso ser. Se, através do Espírito Santo, Cristo ocupar nossa mente, tornar-nos-emos pessoas semelhantes a Cristo – pois uma vida cheia do Espírito apresenta “cativo todo pensamento à obediência de Cristo” (2Coríntios 10:5). Mas se estivermos sem Cristo, vamos terminar nos separando da fonte de vida, e então, nossa destruição última será inevitável.
Que sua transformação seja santificadora!
Fonte: “Nisto Cremos”, 179-180.
Valdeci Júnior
Fátima Silva