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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Dutch Staten Vertaling -
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|Êxodo 3:4|
Toen de HEERE zag, dat hij zich daarheen wendde, om te bezien, zo riep God tot hem uit het midden van het braambos, en zeide: Mozes, Mozes! En hij zeide: Zie, hier ben ik!
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5
|Êxodo 3:5|
En Hij zeide: Nader hier niet toe; trek uw schoenen uit van uw voeten; want de plaats, waarop gij staat, is heilig land.
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6
|Êxodo 3:6|
Hij zeide voorts: Ik ben de God uws vaders, de God van Abraham, de God van Izak en de God van Jakob. En Mozes verborg zijn aangezicht, want hij vreesde God aan te zien.
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7
|Êxodo 3:7|
En de HEERE zeide: Ik heb zeer wel gezien de verdrukking Mijns volks, hetwelk in Egypte is, en heb hun geschrei gehoord, vanwege hun drijvers; want Ik heb hun smarten bekend.
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8
|Êxodo 3:8|
Daarom ben Ik nedergekomen, dat Ik het verlosse uit de hand der Egyptenaren, en het opvoere uit dit land, naar een goed en ruim land, naar een land, vloeiende van melk en honig, tot de plaats der Kanaanieten, en der Hethieten, en der Amorieten, en der Ferezieten, en der Hevieten, en der Jebusieten.
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9
|Êxodo 3:9|
En nu, zie, het geschrei der kinderen Israels is tot Mij gekomen; en ook heb Ik gezien de verdrukking, waarmede de Egyptenaars hen verdrukken.
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10
|Êxodo 3:10|
Zo kom nu, en Ik zal u tot Farao zenden, opdat gij Mijn volk (de kinderen Israels) uit Egypte voert.
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11
|Êxodo 3:11|
Toen zeide Mozes tot God: Wie ben ik, dat ik tot Farao zou gaan; en dat ik de kinderen Israels uit Egypte zou voeren?
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12
|Êxodo 3:12|
Hij dan zeide: Ik zal voorzeker met u zijn, en dit zal u een teken zijn, dat Ik u gezonden heb: wanneer gij dit volk uit Egypte geleid hebt, zult gijlieden God dienen op dezen berg.
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13
|Êxodo 3:13|
Toen zeide Mozes tot God: Zie, wanneer ik kom tot de kinderen Israels, en zeg tot hen: De God uwer vaderen heeft mij tot ulieden gezonden; en zij mij zeggen: Hoe is Zijn naam? wat zal ik tot hen zeggen?
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva