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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Dutch Staten Vertaling -
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1
|Isaías 20:1|
In het jaar, toen Tartan naar Asdod kwam, als hem Sargon, de koning van Assyrie gezonden had, toen hij krijg voerde tegen Asdod, en het innam;
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2
|Isaías 20:2|
Ter zelfder tijd sprak de HEERE, door den dienst van Jesaja, den zoon van Amoz, zeggende: Ga heen, en ontbind den zak van uw lendenen, en doe uw schoenen van uw voeten. En hij deed alzo, gaande naakt en barrevoets.
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3
|Isaías 20:3|
Toen zeide de HEERE: Gelijk als Mijn knecht Jesaja naakt en barrevoets wandelt, drie jaren, tot een teken en wonder over Egypte en over Morenland;
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4
|Isaías 20:4|
Alzo zal de koning van Assyrie voortdrijven de gevangenen der Egyptenaren, en de Moren, die weggevoerd zullen worden, jongen en ouden, naakt en barrevoets, en met blote billen, den Egyptenaren tot schaamte.
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5
|Isaías 20:5|
En zij zullen verschrikken en beschaamd zijn van de Moren, op dewelke zij zagen, en van de Egyptenaars, hun roem.
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6
|Isaías 20:6|
En de inwoners van dit eiland zullen te dien dage zeggen: Ziet, alzo is het gegaan dien, op welken wij zagen, werwaarts wij henenvloden om hulp, om gered te worden van het aangezicht des konings van Assyrie; hoe zullen wij dan ontkomen?
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva