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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Dutch Staten Vertaling -
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11
|Isaías 51:11|
Alzo zullen de vrijgekochten des HEEREN wederkeren, en met gejuich tot Sion komen; en eeuwige blijdschap zal op hun hoofd wezen; vreugde en blijdschap zullen zij aangrijpen, treuring en zuchting zullen wegvlieden.
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12
|Isaías 51:12|
Ik, Ik ben het, Die u troost; wie zijt gij, dat gij vreest voor den mens, die sterven zal? en voor eens mensen kind, dat hooi worden zal?
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13
|Isaías 51:13|
En vergeet den HEERE, Die u gemaakt heeft, Die de hemelen heeft uitgebreid, en de aarde gegrond heeft, en vreest geduriglijk den gansen dag, vanwege de grimmigheid des benauwers, wanneer hij zich bereidt om te verderven? Waar is dan de grimmigheid des benauwers?
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14
|Isaías 51:14|
De omzwevende gevangene zal haastelijk los gelaten worden; en hij zal in den kuil niet sterven, en zijn brood zal hem niet ontbreken.
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15
|Isaías 51:15|
Want Ik ben de HEERE, uw God, Die de zee klieft, dat haar golven bruisen; HEERE der heirscharen is Zijn Naam.
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16
|Isaías 51:16|
En Ik leg Mijn woorden in uw mond, en bedek u onder de schaduw Mijner hand; om den hemel te planten, en om de aarde te gronden, en om te zeggen tot Sion: Gij zijt Mijn volk.
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17
|Isaías 51:17|
Waak op, waak op, sta op, Jeruzalem! gij, die gedronken hebt van de hand des HEEREN den beker Zijner grimmigheid; den droesem van den beker der zwijmeling hebt gij gedronken, ja, uitgezogen.
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18
|Isaías 51:18|
Er is niemand van al de kinderen, die zij gebaard heeft, die haar zachtjes leidt; en niemand van al de kinderen, die zij opgevoed heeft, die haar bij de hand grijpt.
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19
|Isaías 51:19|
Deze twee dingen zijn u wedervaren, wie heeft medelijden met u? Er is verwoesting, en verbreking, en honger, en zwaard, door wien zal Ik u troosten?
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20
|Isaías 51:20|
Uw kinderen zijn in bezwijming gevallen, zij liggen vooraan op alle straten, gelijk een wilde os in het net; zij zijn vol van de grimmigheid des HEEREN, van de schelding uws Gods.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva