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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Dutch Staten Vertaling -
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1
|Números 22:1|
Daarna reisden de kinderen van Israel, en legerden zich in de vlakken velden van Moab, aan deze zijde van de Jordaan van Jericho.
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2
|Números 22:2|
Toen Balak, de zoon van Zippor, zag al wat Israel aan de Amorieten gedaan had;
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3
|Números 22:3|
Zo vreesde Moab zeer voor het aangezicht dezes volks, want het was veel; en Moab was beangstigd voor het aangezicht van de kinderen Israels.
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4
|Números 22:4|
Derhalve zeide Moab tot de oudsten der Midianieten: Nu zal deze gemeente oplikken al wat rondom ons is, gelijk de os de groente des velds oplikt. Te dier tijd nu was Balak, de zoon van Zippor, koning der Moabieten.
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5
|Números 22:5|
Die zond boden aan Bileam, den zoon van Beor, te Pethor, hetwelk aan de rivier is, in het land der kinderen zijns volks, om hem te roepen, zeggende: Zie, er is een volk uit Egypte getogen; zie, het heeft het gezicht des lands bedekt, en het blijft liggen recht tegenover mij.
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6
|Números 22:6|
En nu, kom toch, vervloek mij dit volk, want het is machtiger dan ik; misschien zal ik het kunnen slaan, of het uit het land verdrijven; want ik weet, dat, wien gij zegent, die zal gezegend zijn, en wien gij vervloekt, die zal vervloekt zijn.
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7
|Números 22:7|
Toen gingen de oudsten der Moabieten, en de oudsten der Midianieten, en hadden het loon der waarzeggingen in hun hand; alzo kwamen zij tot Bileam, en spraken tot hem de woorden van Balak.
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8
|Números 22:8|
Hij dan zeide tot hen: Vernacht hier dezen nacht, zo zal ik ulieden een antwoord wederbrengen, gelijk als de HEERE tot mij zal gesproken hebben. Toen bleven de vorsten der Moabieten bij Bileam.
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9
|Números 22:9|
En God kwam tot Bileam en zeide: Wie zijn die mannen, die bij u zijn?
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10
|Números 22:10|
Toen zeide Bileam tot God: Balak, de zoon van Zippor, de koning der Moabieten, heeft hen tot mij gezonden, zeggende:
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva