-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Dutch Staten Vertaling -
-
1
|Números 22:1|
Daarna reisden de kinderen van Israel, en legerden zich in de vlakken velden van Moab, aan deze zijde van de Jordaan van Jericho.
-
2
|Números 22:2|
Toen Balak, de zoon van Zippor, zag al wat Israel aan de Amorieten gedaan had;
-
3
|Números 22:3|
Zo vreesde Moab zeer voor het aangezicht dezes volks, want het was veel; en Moab was beangstigd voor het aangezicht van de kinderen Israels.
-
4
|Números 22:4|
Derhalve zeide Moab tot de oudsten der Midianieten: Nu zal deze gemeente oplikken al wat rondom ons is, gelijk de os de groente des velds oplikt. Te dier tijd nu was Balak, de zoon van Zippor, koning der Moabieten.
-
5
|Números 22:5|
Die zond boden aan Bileam, den zoon van Beor, te Pethor, hetwelk aan de rivier is, in het land der kinderen zijns volks, om hem te roepen, zeggende: Zie, er is een volk uit Egypte getogen; zie, het heeft het gezicht des lands bedekt, en het blijft liggen recht tegenover mij.
-
6
|Números 22:6|
En nu, kom toch, vervloek mij dit volk, want het is machtiger dan ik; misschien zal ik het kunnen slaan, of het uit het land verdrijven; want ik weet, dat, wien gij zegent, die zal gezegend zijn, en wien gij vervloekt, die zal vervloekt zijn.
-
7
|Números 22:7|
Toen gingen de oudsten der Moabieten, en de oudsten der Midianieten, en hadden het loon der waarzeggingen in hun hand; alzo kwamen zij tot Bileam, en spraken tot hem de woorden van Balak.
-
8
|Números 22:8|
Hij dan zeide tot hen: Vernacht hier dezen nacht, zo zal ik ulieden een antwoord wederbrengen, gelijk als de HEERE tot mij zal gesproken hebben. Toen bleven de vorsten der Moabieten bij Bileam.
-
9
|Números 22:9|
En God kwam tot Bileam en zeide: Wie zijn die mannen, die bij u zijn?
-
10
|Números 22:10|
Toen zeide Bileam tot God: Balak, de zoon van Zippor, de koning der Moabieten, heeft hen tot mij gezonden, zeggende:
-
-
Sugestões

Clique para ler Lucas 12-14
23 de outubro LAB 662
VOE MAIS ALTO!
Lucas 09-11
Na leitura de hoje, encontramos o desafio da decolagem do cristianismo, em suas formas mais primitivas. Para ser enviado é preciso ter duas características contrastantes que, ironicamente, se harmonizam: submissão e coragem.
Submissão para esperar que o pão não seja comprado, mas provido; coragem para fazer uma confissão de pensamento revolucionário; submissão para contemplar a glória do pai, e não querer glória para si; coragem para enfrentar o poder do mal, em nome de Jesus; submissão para não querer ser o maior; coragem para enfrentar a oposição que muitos fazem ao ministério (Lucas 9).
Submissão para ser enviado por Cristo, aonde quer que Ele mandar; coragem para quebrar as regras que não passam de tradição opressora; submissão para sentar-se aos pés de Cristo; coragem para falar o que é preciso na hora certa (Lucas 10).
Submissão para aprender a ouvir a voz de Deus no encontro da oração; coragem para permanecer ao lado de Jesus, mesmo quando o cristianismo sofre acusações; submissão para aceitar a mensagem pela fé, e não pelos sinais de engano; coragem para ser uma candeia brilhante; submissão para aceitar o cristianismo do jeito de Cristo, e não do meu jeito; coragem para chamar o pecado pelo nome (Lucas 11).
Encontrei uma história que ilustra esse paradoxo coadunante, sobre um piloto que foi, ao mesmo tempo, submisso o suficiente para sofrer o que era preciso, mas corajoso o suficiente para alçar-se ao que era necessário. Conta-se que, logo após a segunda guerra mundial, este jovem inglês experimentava o seu frágil avião monomotor numa arrojada aventura ao redor do mundo. Pouco depois de decolar de um dos pequenos e improvisados aeródromos da Índia daquela época, ouviu um estranho ruído por trás do assento. Percebeu logo que havia um rato à bordo e que poderia, roendo a cobertura de lona, destruir seu frágil avião. Pensou em voltar ao aeroporto para se livrar de seu inesperado passageiro, mas isso iria atrasar e poderia até frustrar sua viagem. Lembrou-se, então, que os ratos não resistem às grandes alturas e voou cada vez mais alto e, pouco a pouco, cessaram-se os ruídos e perigos. Correu riscos, mas superou o problema.
Coragem e submissão lhe impulsionam a uma situação que podemos chamar de “um vôo mais alto”. Se estão tentando acabar com a sua missão, voe mais alto! Em caso de inveja, voe mais alto! Em caso de calúnia, voe mais alto! Em caso de maledicência, voe mais alto! Em caso de crítica maldosa, voe mais alto! Lembre-se: Os “ratos” não resistem às grandes alturas, pois não são corajosos nem submissos.
Voe! Voe mais alto!
Fonte: adaptado de http://www.sitedopastor.com.br/ilustracoes/voemaisalto.htm
Valdeci Júnior
Fátima Silva