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Dutch Staten Vertaling -
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9
|Rute 2:9|
Uw ogen zullen zijn op dit veld, dat zij maaien zullen, en gij zult achter haarlieden gaan; heb ik den jongens niet geboden, dat men u niet aanroere? Als u dorst, zo ga tot de vaten, en drink van hetgeen de jongens zullen geschept hebben.
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10
|Rute 2:10|
Toen viel zij op haar aangezicht, en boog zich ter aarde, en zij zeide tot hem: Waarom heb ik genade gevonden in uw ogen, dat gij mij kent, daar ik een vreemde ben?
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11
|Rute 2:11|
En Boaz antwoordde en zeide tot haar: Het is mij wel aangezegd alles, wat gij bij uw schoonmoeder gedaan hebt, na de dood uws mans, en hebt uw vader en uw moeder, en het land uwer geboorte verlaten, en zijt heengegaan tot een volk, dat gij van te voren niet kendet.
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12
|Rute 2:12|
De HEERE vergelde u uw daad en uw loon zij volkomen, van den HEERE, den God Israels, onder wiens vleugelen gij gekomen zijt om toevlucht te nemen!
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13
|Rute 2:13|
En zij zeide: Laat mij genade vinden in uw ogen, mijn heer, dewijl gij mij getroost hebt, en dewijl gij naar het hart uwer dienstmaagd gesproken hebt, hoewel ik niet ben, gelijk een uwer dienstmaagden.
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14
|Rute 2:14|
Als het nu etenstijd was, zeide Boaz tot haar: Kom hier bij, en eet van het brood, en doop uw bete in den azijn. Zo zat zij neder aan de zijde van de maaiers, en hij langde haar geroost koren, en zij at, en werd verzadigd, en hield over.
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15
|Rute 2:15|
Als zij nu opstond, om op te lezen, zo gebood Boaz zijn jongens, zeggende: Laat haar ook tussen de garven oplezen, en beschaamt haar niet.
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16
|Rute 2:16|
Ja, laat ook allengskens van de handvollen voor haar wat vallen, en laat het liggen, dat zij het opleze, en bestraft haar niet.
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17
|Rute 2:17|
Alzo las zij op in dat veld, tot aan den avond; en zij sloeg uit, wat zij opgelezen had, en het was omtrent een efa gerst.
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18
|Rute 2:18|
En zij nam het op, en kwam in de stad; en haar schoonmoeder zag, wat zij opgelezen had; ook bracht zij voort, en gaf haar, wat zij van haar verzadiging overgehouden had.
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Sugestões

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23 de outubro LAB 662
VOE MAIS ALTO!
Lucas 09-11
Na leitura de hoje, encontramos o desafio da decolagem do cristianismo, em suas formas mais primitivas. Para ser enviado é preciso ter duas características contrastantes que, ironicamente, se harmonizam: submissão e coragem.
Submissão para esperar que o pão não seja comprado, mas provido; coragem para fazer uma confissão de pensamento revolucionário; submissão para contemplar a glória do pai, e não querer glória para si; coragem para enfrentar o poder do mal, em nome de Jesus; submissão para não querer ser o maior; coragem para enfrentar a oposição que muitos fazem ao ministério (Lucas 9).
Submissão para ser enviado por Cristo, aonde quer que Ele mandar; coragem para quebrar as regras que não passam de tradição opressora; submissão para sentar-se aos pés de Cristo; coragem para falar o que é preciso na hora certa (Lucas 10).
Submissão para aprender a ouvir a voz de Deus no encontro da oração; coragem para permanecer ao lado de Jesus, mesmo quando o cristianismo sofre acusações; submissão para aceitar a mensagem pela fé, e não pelos sinais de engano; coragem para ser uma candeia brilhante; submissão para aceitar o cristianismo do jeito de Cristo, e não do meu jeito; coragem para chamar o pecado pelo nome (Lucas 11).
Encontrei uma história que ilustra esse paradoxo coadunante, sobre um piloto que foi, ao mesmo tempo, submisso o suficiente para sofrer o que era preciso, mas corajoso o suficiente para alçar-se ao que era necessário. Conta-se que, logo após a segunda guerra mundial, este jovem inglês experimentava o seu frágil avião monomotor numa arrojada aventura ao redor do mundo. Pouco depois de decolar de um dos pequenos e improvisados aeródromos da Índia daquela época, ouviu um estranho ruído por trás do assento. Percebeu logo que havia um rato à bordo e que poderia, roendo a cobertura de lona, destruir seu frágil avião. Pensou em voltar ao aeroporto para se livrar de seu inesperado passageiro, mas isso iria atrasar e poderia até frustrar sua viagem. Lembrou-se, então, que os ratos não resistem às grandes alturas e voou cada vez mais alto e, pouco a pouco, cessaram-se os ruídos e perigos. Correu riscos, mas superou o problema.
Coragem e submissão lhe impulsionam a uma situação que podemos chamar de “um vôo mais alto”. Se estão tentando acabar com a sua missão, voe mais alto! Em caso de inveja, voe mais alto! Em caso de calúnia, voe mais alto! Em caso de maledicência, voe mais alto! Em caso de crítica maldosa, voe mais alto! Lembre-se: Os “ratos” não resistem às grandes alturas, pois não são corajosos nem submissos.
Voe! Voe mais alto!
Fonte: adaptado de http://www.sitedopastor.com.br/ilustracoes/voemaisalto.htm
Valdeci Júnior
Fátima Silva