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Dutch Staten Vertaling -
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16
|Rute 3:16|
Zij nu kwam tot haar schoonmoeder, dewelke zeide: Wie zijt gij, mijn dochter? En zij verhaalde haar alles, wat die man haar gedaan had.
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17
|Rute 3:17|
Ook zeide zij: Deze zes maten gerst heeft hij mij gegeven; want hij zeide tot mij: Kom niet ledig tot uw schoonmoeder.
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18
|Rute 3:18|
Toen zeide zij: Zit stil, mijn dochter, totdat gij weet, hoe de zaak zal vallen; want die man zal niet rusten, tenzij dat hij heden deze zaak voleind hebbe.
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1
|Rute 4:1|
En Boaz ging op in de poort, en zette zich aldaar en ziet, de losser, van welken Boaz gesproken had, ging voorbij; zo zeide hij: Wijk herwaarts, zet u hier, gij, zulk een! En hij week derwaarts, en zette zich.
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2
|Rute 4:2|
En hij nam tien mannen van de oudsten der stad, en zeide: Zet u hier; en zij zetten zich.
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3
|Rute 4:3|
Toen zeide hij tot dien losser: Het stuk lands, dat van onzen broeder Elimelech was, heeft Naomi, die uit der Moabieten land wedergekomen is, verkocht;
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4
|Rute 4:4|
En ik heb gezegd: Ik zal het voor uw oor openbaren, zeggende: Aanvaard het in tegenwoordigheid der inwoners, en in tegenwoordigheid der oudsten mijns volks; zo gij het zult lossen, los het; en zo men het ook niet zou lossen, verklaar het mij, dat ik het wete; want er is niemand, behalve gij, die het losse, en ik na u. Toen zeide hij: Ik zal het lossen.
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5
|Rute 4:5|
Maar Boaz zeide: Ten dage, als gij het land aanvaardt van de hand van Naomi, zo zult gij het ook aanvaarden van Ruth, de Moabietische, de huisvrouw des verstorvenen, om den naam des verstorvenen te verwekken over zijn erfdeel.
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6
|Rute 4:6|
Toen zeide die losser: Ik zal het voor mij niet kunnen lossen, opdat ik mijn erfdeel niet misschien verderve; los gij mijn lossing voor u; want ik zal niet kunnen lossen.
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7
|Rute 4:7|
Nu was dit van ouds een gewoonheid in Israel, bij de lossing en bij de verwisseling, om de ganse zaak te bevestigen, zo trok de man zijn schoen uit en gaf die aan zijn naaste; en dit was tot een getuigenis in Israel.
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Sugestões

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16 de outubro LAB 655
AS DUAS TRANSFORMAÇÕES
Marcos 07-09
A leitura de hoje me fez lembrar de uma das mais belas obras de arte guardadas na Itália. Estou falando do famoso quadro “Transfiguração”, de Rafael Sanzio, que, embora não intencionalmente, resumiu o espírito da Reforma.
A pintura mostra Cristo em pé sobre o monte, com os endemoninhados olhando esperançosamente para Ele desde o vale (Marcos 9:2-29). Os dois grupos de discípulos – um na montanha, o outro no vale – retratam dois tipos de cristãos. Os discípulos da montanha desejavam permanecer com Cristo, mais ou menos indiferentes às necessidades que ocorriam no vale. Ao longo dos séculos, muitos têm construído no alto da “montanha”, muito afastados das necessidades do mundo. Sua experiência é a das orações desacompanhadas de obras. Por outro lado, os discípulos do vale trabalhavam sem oração – e seus esforços em desalojar os demônios provaram-se um fracasso. Multidões têm sido vencidas tanto pela tentação de trabalhar em favor dos outros sem o poder da oração, quanto pela tentação de muito orar sem trabalhar pelos outros. Ambos os tipos de cristãos necessitam que a imagem de Deus seja neles restaurada.
Deus espera converter seres caídos em imagens Suas, através da transformação de sua vontade, mente, desejos e caracteres. O Espírito Santo traz aos crentes uma decisiva mudança de aparência. Seus frutos: “amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio” (Gálatas 5:22-23) constituem agora o estilo de vida destes cristãos – mesmo tendo em vista que eles continuarão sendo mortais corruptíveis até o retorno de Cristo. Se não Lhe resistirmos, Cristo poderá efetuar em nós a obra da transformação santificadora.
A transfiguração de Cristo revela outro marcante contraste. Cristo foi transfigurado mas, em certo sentido, também o foi o garoto no vale. O menino foi transfigurado numa imagem demoníaca (Marcos 9:1-29). Aqui podemos ver claramente dois planos opostos – o plano divino de restaurar-nos e o plano satânico de arruinar-nos. As Escrituras dizem que Deus é capaz de nos guardar “de tropeços” (Judas 24). Satanás, por sua vez, faz tudo o que a seu alcance está para manter-nos no estado decaído.
A vida envolve constantes mudanças. Não existe terreno neutro. Ou estaremos sendo enobrecidos, ou degradados. Ou seremos “escravos do pecado”, ou “da justiça” (Romanos 6:17-18). Quem quer que ocupe nossa mente, estará ocupando todo o nosso ser. Se, através do Espírito Santo, Cristo ocupar nossa mente, tornar-nos-emos pessoas semelhantes a Cristo – pois uma vida cheia do Espírito apresenta “cativo todo pensamento à obediência de Cristo” (2Coríntios 10:5). Mas se estivermos sem Cristo, vamos terminar nos separando da fonte de vida, e então, nossa destruição última será inevitável.
Que sua transformação seja santificadora!
Fonte: “Nisto Cremos”, 179-180.
Valdeci Júnior
Fátima Silva