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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Karoli -
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|1 Crônicas 19:1|
Történt ezután, hogy meghalt Náhás, az Ammon fiainak királya, és uralkodék az õ fia helyette.
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|1 Crônicas 19:2|
És monda Dávid: Minden jóval leszek a Náhás fiához, Hánunhoz; mert az õ atyja is jól tett volt velem. Ezért Dávid követeket külde õ hozzá, a kik vigasztalnák õt az õ atyjának [halála] miatt; és elmenének a Dávid szolgái az Ammon fiainak földére Hánunhoz, hogy õt vigasztalnák."
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3
|1 Crônicas 19:3|
Akkor mondának az Ammon fiainak fõemberei Hánunnak: Azt hiszed-é, hogy Dávid atyád iránti tiszteletbõl küldött hozzád vigasztalókat? Avagy nem azért jöttek-é az õ szolgái hozzád, hogy a földet megvizsgálják, elpusztítsák és kikémleljék?
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4
|1 Crônicas 19:4|
Megfogatá azért Hánun a Dávid szolgáit és azokat megnyiratá, és ruhájokat félig elmetszeté az õ derekukig, és úgy bocsátá el õket.
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5
|1 Crônicas 19:5|
Elmenének pedig és értesíték Dávidot, hogy mi történt a férfiakkal. És külde eléjök (mert azok a férfiak felette nagy gyalázattal illettettek vala) és ezt izené a király: Maradjatok Jérikhóban, míg szakállatok megnövénd, akkor jõjjetek hozzám.
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6
|1 Crônicas 19:6|
Látván pedig az Ammon fiai, hogy tisztességtelen dolgot cselekedtek vala Dáviddal, küldének Hánun és az Ammon fiai ezer tálentom ezüstöt, hogy fogadjanak szekereket és lovagokat Mésopotámiából, siriai Maakából és Sóbából.
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7
|1 Crônicas 19:7|
Fogadának azért magoknak harminczkétezer szekeret, Maakának királyát is az õ népével együtt, a kik eljövének és tábort járának Medeba elõtt. Az Ammon fiai is összegyûlének az õ városaikból és jövének az ütközetre.
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8
|1 Crônicas 19:8|
A mit mikor meghallott Dávid, elküldé Joábot és a vitézek egész seregét.
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9
|1 Crônicas 19:9|
És az Ammon fiai kimenvén, csatarendbe állának a város kapuja elõtt; a mely királyok pedig [segítségre] jöttek vala, külön valának a mezõn."
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|1 Crônicas 19:10|
Látván pedig Joáb, hogy mind elõl, mind hátul ellenség állana, kiválaszta az egész Izráel harczosai közül [egynéhányat], és a Siriabeliek ellen rendelé.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva