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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Karoli -
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11
|1 Reis 15:11|
És Asa azt cselekedé, a mi kedves volt az Úr szemei elõtt, mint Dávid, az õ atyja.
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12
|1 Reis 15:12|
Mert kiveszté a férfiú paráznákat az országból; és lerontá mind a bálványokat, a melyeket csináltak volt az õ atyái."
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13
|1 Reis 15:13|
És Maakát az õ anyját is megfosztá a királynéságtól, mivelhogy egy iszonyú bálványt csináltatott a berekben; és elrontá Asa az õ bálványát, és megégeté azt a Kidron pataknál."
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14
|1 Reis 15:14|
De ha a magaslatokat nem rontották is le, mégis Asának szíve tökéletes volt az Úrhoz életének minden napjaiban.
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15
|1 Reis 15:15|
És bevitte az Úrnak házába az ezüstöt és az aranyat, és az edényeket, a melyeket az õ atyja és õ maga arra szenteltek volt.
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16
|1 Reis 15:16|
És hadakozás volt Asa és Baása, az Izráel királya között mind éltig.
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17
|1 Reis 15:17|
Mert feljöve Baása, az Izráel királya Júda ellen, és megépíté Rámát, hogy [senkit] ki és be ne bocsásson Asához a Júda királyához.
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18
|1 Reis 15:18|
És vévén Asa mind az ezüstöt és aranyat, a mely megmaradott volt mind az Úr, mind a király házának kincseibõl; adá azt az õ szolgáinak kezébe, és elküldé azt Asa király Benhadádnak, Tabrimmon fiának, a ki Héczion fia volt, Siria királyának, a ki Damaskusban lakott, ezt izenvén [néki:]"
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19
|1 Reis 15:19|
Szövetség van köztem és te közötted, az én atyám és a te atyád között. Ímé ajándékot küldök néked, ezüstöt és aranyat, bontsd fel a te szövetségedet Baásával, az Izráel királyával, hogy távozzék el tõlem.
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20
|1 Reis 15:20|
És Benhadád engedelmeskedett Asa királynak és elküldé az õ seregeinek vezéreit az Izráel városai ellen; és bevevé Hijont és Dánt, és Abel Beth-Maakát, és az egész Kinneróthot a Nafthali egész földével."
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva