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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Karoli -
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1
|2 Crônicas 25:1|
Huszonöt esztendõs korában kezdett Amásia uralkodni, és huszonkilencz esztendeig uralkodék Jeruzsálemben; az õ anyjának neve Jéhoaddán vala, Jeruzsálembõl való."
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2
|2 Crônicas 25:2|
És kedves dolgot cselekedék az Úr elõtt; de nem tiszta szívbõl."
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3
|2 Crônicas 25:3|
Lõn pedig azután, hogy országában megerõsödék, megölé az õ szolgáit, a kik a királyt, az õ atyját megölték vala.
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4
|2 Crônicas 25:4|
De azoknak fiait nem öleté meg, hanem a szerint cselekedék, a mint a törvényben, a Mózes könyvében megiratott, a melyben az Úr parancsolt volt, mondván: Meg ne ölettessenek az atyák a fiakért és a fiak se ölettessenek meg az atyákért, hanem kiki az õ saját bûnéért ölettessék meg.
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5
|2 Crônicas 25:5|
Összegyûjté annak felette Amásia a Júda népét, és választa közülök a nemzetségek szerint egész Júdában és Benjáminban ezredeseket és századosokat; és megszámlálá õket a húsz esztendõsöktõl fogva és a kik feljebb valának, és talála azok közül válogatott fegyverfoghatókat, kopjásokat és paizsosokat, háromszázezeret."
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6
|2 Crônicas 25:6|
Annakfelette az Izráeliták közül százezer erõs vitézt fogadott fel, száz talentom ezüstön.
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7
|2 Crônicas 25:7|
Eljöve pedig az Isten embere õ hozzá, mondván: Oh király! ne menjen el te veled Izráel serege, mert az Úr nem lesz Izráellel, Efraim minden fiaival.
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8
|2 Crônicas 25:8|
Ha nem [hiszed,] ám menj el, készülj a viadalhoz; de megver az Isten téged az ellenség elõtt; mert az Isten hatalmában van mind a segítség, mind a megveretés."
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9
|2 Crônicas 25:9|
Akkor monda Amásia az Isten emberének: De mit tegyünk a száz talentom ezüsttel, a melyet Izráel seregének adtam? És felele az Isten embere: Az Úr néked annál sokkal többet adhat.
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10
|2 Crônicas 25:10|
Kiválasztá azért Amásia azt a sereget, a mely Efraimból jött vala õ hozzá, hogy mennének helyökre; mely dologért igen megharagvának a Júda népére, és felgerjedt haraggal tértek vissza helyeikre."
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva