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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Karoli -
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1
|Atos 23:1|
Mikor pedig a tanácsra vetette szemét Pál, monda: Atyámfiai, férfiak, én teljes jó lelkiismerettel szolgáltam az Istennek mind e mai napig.
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2
|Atos 23:2|
Ananiás fõpap pedig megparancsolá azoknak, kik õ mellette állanak vala, hogy üssék õt szájon.
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3
|Atos 23:3|
Akkor Pál monda néki: Megver az Isten téged, te kimeszelt fal! És te leülsz engem a törvény szerint megítélni, és törvényellenesen cselekedve parancsolod, hogy engem verjenek?
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4
|Atos 23:4|
Az ott állók pedig mondának: Az Istennek fõpapját szidalmazod-é?
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5
|Atos 23:5|
Pál pedig monda: Nem tudtam, atyámfiai, hogy fõpap. Mert meg van írva: A te néped fejedelmét ne átkozd!
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6
|Atos 23:6|
Mikor pedig Pál eszébe vette, hogy az egyik részök a sadduczeusok, a másik pedig a farizeusok közül való, felkiálta a tanács elõtt: Atyámfiai, férfiak, én farizeus vagyok, farizeus fia, a halottak reménysége és feltámadása miatt vádoltatom én.
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7
|Atos 23:7|
A mint pedig õ ezt mondta, meghasonlás támada a farizeusok és a sadduczeusok között, és a sokaság megoszlott.
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8
|Atos 23:8|
Mert a sadduczeusok azt mondják, hogy nincs feltámadás, sem angyal, sem lélek; a farizeusok pedig mind a kettõt vallják."
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9
|Atos 23:9|
Támada azért nagy kiáltozás: és felkelvén az írástudók a farizeusok pártjából, tusakodnak vala, mondván: Semmi rosszat sem találunk ez emberben; ha pedig lélek szólott néki, vagy angyal, ne tusakodjunk Isten ellen."
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10
|Atos 23:10|
Mikor pedig nagy hasonlás támadt, félvén az ezredes, hogy Pál szétszaggattatik azoktól, parancsolá, hogy a sereg alájõvén, ragadja ki õt közülök, és vigye el a várba.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva