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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Karoli -
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1
|Atos 6:1|
Azokban a napokban pedig, mikor a tanítványok szaporodának, támada a görög zsidók közt panaszolkodás a héberek ellen, hogy az õ közülük való özvegyasszonyok mellõztetnek a mindennapi szolgálatban.
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2
|Atos 6:2|
Annakokáért a tizenkettõ egybegyûjtvén a tanítványok sokaságát, mondának: Nem helyes, hogy mi az Isten ígéjét elhagyjuk és az asztalok körül szolgáljunk.
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3
|Atos 6:3|
Válaszszatok azért, atyámfiai, ti közületek hét férfiút, kiknek [jó] bizonyságuk van, kik Szent Lélekkel és bölcseséggel teljesek, kiket erre a foglalatosságra beállítsunk.
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4
|Atos 6:4|
Mi pedig foglalatosok maradunk a könyörgésben és az ígehirdetés szolgálatában.
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5
|Atos 6:5|
És tetszék e beszéd az egész sokaságnak: és kiválaszták Istvánt, ki hittel és Szent Lélekkel teljes férfiú vala, Filepet, Prokhórust, Nikánórt, Timónt, Párménást és Nikolaust, ki Antiókhiából való prozelitus vala;"
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6
|Atos 6:6|
Kiket állatának az apostolok elébe; és miután imádkoztak, kezeiket reájok veték."
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7
|Atos 6:7|
És az Isten ígéje növekedék; és sokasodék nagyon a tanítványok száma Jeruzsálemben; és a papok közül is nagy sokan követék a hitet."
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8
|Atos 6:8|
István pedig teljes lévén hittel és erõvel, nagy csodákat és jeleket cselekszik vala a nép között.
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9
|Atos 6:9|
Elõállának azonban némelyek ahhoz a zsinagógához tartozók közül, mely a szabadosokénak, Czirénebeliekének, Alexandriabeliekének és a Czilicziából és Ázsiából valókénak neveztetett, kik Istvánnal vetekednek vala.
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10
|Atos 6:10|
De nem állhattak ellene a bölcseségnek és a Léleknek, mely által szól vala.
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Sugestões

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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva