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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Karoli -
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1
|Isaías 37:1|
És lõn, hogy meghallá Ezékiás, a király, meghasogatá ruháit, gyászba öltözött, és bement az Úr házába.
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2
|Isaías 37:2|
És elküldé Eljákimot az udvarnagyot, és Sebnát az íródeákot, és a papoknak gyászruhába öltözött véneit Ésaiáshoz, Ámós fiához, a prófétához.
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3
|Isaías 37:3|
Kik mondának néki: Így szól Ezékiás: nyomornak, büntetésnek és káromlásnak napja e nap, mert szülésig jutottak a fiak, és erõ nincs a szüléshez!
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4
|Isaías 37:4|
Talán meghallja az Úr, a te Istened, a Rabsaké beszédeit, a kit elküldött az õ ura, az assiriai király, hogy káromolja az élõ Istent, és szidalmazza azon beszédekkel, a melyeket hallott az Úr, a te Istened; és te könyörögj a maradékért, a mely megvan!"
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5
|Isaías 37:5|
Így menének el Ezékiás király szolgái Ésaiáshoz.
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6
|Isaías 37:6|
És monda nékik Ésaiás: Így szóljatok uratoknak: ezt mondja az Úr: Ne félj a beszédektõl, a melyeket hallottál, a melyekkel szidalmaztak engem az assiriai király szolgái.
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7
|Isaías 37:7|
Ímé, én oly lelket adok beléje, hogy hírt hallván, térjen vissza földére, és elejtem õt fegyver által az õ földében!
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8
|Isaías 37:8|
Rabsaké pedig visszatérvén, találá az assiriai királyt Libna ellen harczolni, mivel hallotta volt, hogy Lákistól elindult.
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9
|Isaías 37:9|
És meghallván Tirháka, Kús királya felõl e hírt: eljött, hogy ellened harczoljon; ezt meghallván, követeket külde Ezékiáshoz, mondván:"
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10
|Isaías 37:10|
Így szóljatok Ezékiáshoz, Júda királyához: Meg ne csaljon Istened, a kiben bízol, mondván: nem adatik Jeruzsálem az assiriai király kezébe!
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva