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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Karoli -
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1
|Jeremias 25:1|
Az a beszéd, a mely lõn Jeremiáshoz az egész Júda népe felõl, Joákim negyedik esztendejében; a ki fia vala Jósiásnak, a Júda királyának, az elsõ esztendejében Nabukodonozornak a babiloni királynak;"
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2
|Jeremias 25:2|
A melyet szóla Jeremiás próféta az egész Júda népéhez és Jeruzsálem minden lakosához, mondván:
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3
|Jeremias 25:3|
Jósiásnak tizenharmadik esztendejétõl fogva, a ki fia vala Amonnak, a Júda királyának, e napig (vagyis huszonhárom esztendõ óta) szóla az Úr nékem, és szólottam én néktek, jó reggel szóltam, de nem hallgattátok.
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4
|Jeremias 25:4|
És elküldte az Úr ti hozzátok minden õ szolgáját, a prófétákat, jó reggel elküldte, de nem hallgattátok, és fületeket sem hajtottátok a hallásra.
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5
|Jeremias 25:5|
Ezt mondták: Térjetek meg már mindnyájan a ti gonosz útaitokról és a ti gonosz cselekedeteitekbõl, hogy lakhassatok a földön, a melyet az Úr adott néktek és a ti atyáitoknak öröktõl fogva örökké.
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6
|Jeremias 25:6|
És ne járjatok idegen istenek után, hogy szolgáljatok nékik és imádjátok õket, és ne ingereljetek fel engem a ti kezeitek munkájával, hogy veszedelmet ne hozzak rátok.
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7
|Jeremias 25:7|
De nem hallgattatok reám, azt mondja az Úr, hogy felingereljetek engem a ti kezeitek munkájával a ti veszedelmetekre.
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8
|Jeremias 25:8|
Azért ezt mondja a Seregeknek Ura: Mivelhogy nem hallgattatok az én beszédemre:
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9
|Jeremias 25:9|
Ímé, kiküldök én és felveszem északnak minden nemzetségét, azt mondja az Úr, és Nabukodonozort, a babiloni királyt, az én szolgámat, és behozom õket e földre és ennek lakóira és mind e körül való nemzetekre, és elveszem õket és csudává és szörnyûséggé teszem õket és örökkévaló pusztasággá.
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10
|Jeremias 25:10|
És elveszem tõlök az öröm szavát, a vígasság szavát, a võlegény szavát és a menyasszony szavát, a malmok zörgését és a szövétnek világosságát.
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Sugestões

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26 de maio LAB 512
NÃO PODERIA FALTAR A REGRA ÁUREA
Neemias 05-08
Em nosso comentário de hoje, quero destacar um ocorrido com os compatriotas de Neemias, que está descrito no capítulo 6 do seu livro. Na realidade, não era apenas um ocorrido, era um problemão.
Enquanto os israelitas estavam reconstruindo os muros de Jerusalém, surgiu a grave questão da opressão. Sabe como é, né? Os mais ricos se aproveitando dos mais pobres. Enquanto o rico ajuda o pobre, não está acontecendo nada mais que a obrigação social, na visão de que Deus deixou: mais recursos nas mãos de um que de outro justamente para aquele ajudar este. Quando passa disso para indiferença, cada um ficando na sua, e o rico não ajuda o pobre, não está acontecendo o que deveria acontecer, mas, muitas vezes, até que ainda dá para suportar.
Agora, quando o rico passa a sugar do mais pobre, fazendo-o sofrer só para se engordar cada vez mais, aí não dá para suportar. E era exatamente isso que estava acontecendo naquele contexto da leitura bíblica de hoje.
E o que isso tem a ver conosco? Talvez você pense: “Tudo bem, pastor. Sei que os Estados Unidos estão pecando e sendo injustos em enriquecer as nossas custas, nos explorando; sei que as multinacionais européias só sugam do Brasil para deixar a Europa mais rica enquanto ficamos mais pobres, mas o que posso fazer?” Às vezes, tendemos a pensar assim. É certo que não podemos mudar o mundo, mas podemos corrigir nossa conduta pessoal sobre esse assunto.
No livro “Southern Watchman”, encontrei o seguinte: “Os costumes do mundo não servem de critério para o cristão. Ele não deve imitar-lhe as práticas desonestas, as falcatruas e extorsões, mesmo que em pequenas questões. Todo ato injusto para com os semelhantes, embora sejam os mais vis pecadores, constitui uma violação da regra áurea. Toda injustiça aos filhos de Deus é efetuada contra o próprio Cristo na pessoa de Seus santos. Toda tentativa para tirar vantagens pessoais da ignorância, fraqueza ou infortúnio de outrem é registrada como fraude, nos livros do Céu.” Já pensou?
Na época de Neemias as transações financeiras injustas e opressivas ameaçavam o êxito do programa de construção e o bem-estar da nação. Essa experiência simplesmente realça o fato de que as nossas relações comerciais estão relacionadas com nossas crenças religiosas porque a moralidade e a religião precisam atuar juntas, na nossa vida, sempre. Seja nos seis dias da semana enquanto estamos trabalhando ou no sábado quando estamos adorando, sempre.
Lembre-se: A regra áurea deve servir de guia. Onde quer que for, faça aos outros o que gostaria que fizessem a você sempre. É A REGRA ÁUREA!
Valdeci Júnior
Fátima Silva