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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Karoli -
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11
|Josué 15:11|
Majd tova megy e határ Ekron északi oldala felé, és hajlik e határ Sikkeronnak, és átmegy a Baala hegynek, és tova megy Jabnéel felé. A határ szélei pedig a tengernél vannak.
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12
|Josué 15:12|
A napnyugati határ pedig a nagy tenger és melléke. Ez Júda fiainak határa köröskörül az õ házoknépe szerint.
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13
|Josué 15:13|
Kálebnek, a Jefunné fiának pedig a Júda fiai között ada részt, az Úrnak Józsuéhoz való szavai szerint; Kirjáth-Arbának, Anák atyjának [városát], azaz Hebront."
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14
|Josué 15:14|
És kiûzé onnan Káleb Anáknak három fiát: Sésait, Ahimánt és Tálmait, Anák gyermekeit.
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15
|Josué 15:15|
És felméne innét Debir lakói ellen, Debirnek neve pedig azelõtt Kirjáth- Széfer volt.
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16
|Josué 15:16|
És monda Káleb: A ki megveri Kirjáth-Széfert és elfoglalja azt, néki adom Akszát, az én leányomat feleségül.
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17
|Josué 15:17|
Elfoglala pedig azt Othniél, Kénáznak, a Káleb testvérének fia; és néki adá Akszát, az õ leányát feleségül."
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18
|Josué 15:18|
És lõn, hogy a mikor eljöve az, biztatá õt, hogy kérjen az õ atyjától mezõt. Leszálla azért a szamárról; Káleb pedig monda néki: Mi bajod?"
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19
|Josué 15:19|
Õ pedig monda: Adj áldást nékem! Mivelhogy száraz földre helyeztél engem, adj azért nékem vízforrásokat is. És néki adá a felsõ forrást és az alsó forrást.
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20
|Josué 15:20|
Ez a Júda fiai nemzetségének öröksége az õ családjaik szerint.
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva