-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Karoli -
-
11
|Marcos 12:11|
Az Úrtól lett ez, és csodálatos a mi szemeink elõtt.
-
12
|Marcos 12:12|
És igyekeznek vala õt megfogni, de féltek a sokaságtól. Mert tudták, hogy a példázatot ellenük mondotta. Azért elhagyván õt, tovább menének.
-
13
|Marcos 12:13|
És küldének hozzá némelyeket a farizeusok és a Heródes pártiak közül, hogy megfogják õt a beszédben.
-
14
|Marcos 12:14|
Azok pedig odamenvén, mondának néki: Mester, tudjuk hogy igaz vagy és nem gondolsz senkivel; mert nem tekintesz emberek személyére, hanem igazság szerint tanítod az Istennek útját. Szabad-é a császárnak adót fizetni vagy nem? Fizessünk-é vagy ne fizessünk?"
-
15
|Marcos 12:15|
Õ pedig ismervén az õ képmutatásukat, monda nékik: Mit kísértetek engem? Hozzatok nekem egy pénzt, hogy lássam.
-
16
|Marcos 12:16|
Azok pedig hozának. És monda nékik: Kié ez a kép és a felírás? Azok pedig mondának néki: A Császáré.
-
17
|Marcos 12:17|
És felelvén Jézus, monda nékik: Adjátok meg a mi a Császáré, a Császárnak, és a mi az Istené, az Istennek. És elálmélkodának õ rajta.
-
18
|Marcos 12:18|
És jövének hozzá Sadduczeusok, a kik azt mondják, hogy nincsen feltámadás. És megkérdezék õt, mondván:
-
19
|Marcos 12:19|
Mester, Mózes azt írta nékünk, hogy ha valakinek fitestvére meghalt, és feleséget hagyott hátra, gyermekeket pedig nem hagyott, akkor az õ feleségét vegye el az õ fitestvére, és támasszon magot a fitestvérének.
-
20
|Marcos 12:20|
Heten valának tehát fitestvérek. És az elsõ feleséget võn, de meghalván, magot nem hagya.
-
-
Sugestões

Clique para ler Levítico 20-22
08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva