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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Karoli -
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1
|Marcos 13:1|
Mikor pedig a templomból kiméne, monda néki egy az õ tanítványai közül: Mester, nézd, milyen kövek és milyen épületek!
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2
|Marcos 13:2|
Jézus pedig felelvén, monda néki: Látod ezeket a nagy épületeket? Nem marad kõ kövön, a mely le nem romboltatik.
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3
|Marcos 13:3|
Mikor pedig az olajfák hegyén ül vala, a templom átellenében, megkérdezék õt magukban Péter, Jakab, János és András:
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4
|Marcos 13:4|
Mondd meg nékünk, mikor történnek meg ezek; és mi [lesz] a jel, a mikor mindezek beteljesednek?"
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5
|Marcos 13:5|
Jézus pedig felelvén nékik, kezdé mondani: Meglássátok, hogy valaki el ne hitessen titeket.
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6
|Marcos 13:6|
Mert sokan jõnek majd az én nevemben, a kik azt mondják: Én vagyok: és sokakat elhitetnek.
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7
|Marcos 13:7|
Mikor pedig hallani fogtok háborúkról és háborúk híreirõl, meg ne rémüljetek, mert meg kell lenniök; de [ez] még nem a vég."
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8
|Marcos 13:8|
Mert nemzet nemzet ellen, és ország ország ellen támad; és lesznek földindulások mindenfelé, és lesznek éhségek és háborúságok."
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9
|Marcos 13:9|
Nyomorúságoknak kezdetei ezek. Ti pedig vigyázzatok magatokra: mert törvényszékeknek adnak át titeket, és gyülekezetekben vernek meg titeket, és helytartók és királyok elé állítanak én érettem, bizonyságul õ nékik.
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10
|Marcos 13:10|
De elõbb hirdettetnie kell az evangyéliomnak minden pogányok között.
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva