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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Karoli -
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31
|Marcos 9:31|
Mert tanítja vala tanítványait, és ezt mondja vala nékik: Az embernek Fia az emberek kezébe adatik, és megölik õt; de ha megölték, harmadnapra föltámad."
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32
|Marcos 9:32|
De õk nem értik vala e mondást, és féltek õt megkérdezni.
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33
|Marcos 9:33|
És elméne Kapernaumba. És odahaza megkérdezé õket: Mi felett vetekedtetek egymással az úton?
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34
|Marcos 9:34|
De õk hallgatának, mert egymás között a felett vetekedtek vala az úton, ki a nagyobb?
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35
|Marcos 9:35|
És leülvén, odaszólítá a tizenkettõt, és monda nékik: Ha valaki elsõ akar lenni, legyen mindenek között utolsó és mindeneknek szolgája.
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36
|Marcos 9:36|
És elõfogván egy gyermeket, közéjök állatá azt; és ölébe vévén azt, monda nékik:"
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37
|Marcos 9:37|
A ki az ilyen gyermekek közül egyet befogad az én nevemben, engem fogad be; és a ki engem befogad, nem engem fogad be, hanem azt, a ki engem elbocsátott."
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38
|Marcos 9:38|
János pedig felele néki, mondván: Mester, látánk valakit, a ki a te neveddel ördögöket ûz, a ki nem követ minket; és eltiltók õt, mivelhogy nem követ minket."
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39
|Marcos 9:39|
Jézus pedig monda: Ne tiltsátok el õt; mert senki sincs, a ki csodát tesz az én nevemben és mindjárt gonoszul szólhatna felõlem."
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40
|Marcos 9:40|
Mert a ki nincs ellenünk, mellettünk van.
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08 de fevereiro LAB 405
PENA DE MORTE
Levítico 20-22
Na leitura de hoje, encontramos uma aparente contradição bíblica, que pode ser expressa pela pergunta: “Se Deus disse ‘não matarás’, como ordenava a prática da pena capital?”
As diferentes sociedades têm diferentes formas de reprimir e banir o mal existente no seu seio. Apesar de o mandamento ser contra o assassinato, Deus permitira à comunidade israelita, especialmente às autoridades máximas, proferir uma sentença de morte para os que cometiam alguns tipos de crimes ou pecados. Paulo falou sobre a autoridade que Deus dava aos dirigentes públicos para administrarem tais execuções de juízo (Romanos 13:3-4). O mandamento “não matarás” era aplicado a todos os homens individualmente, enquanto as ordenanças de execução eram dadas coletivamente. A regularização da pena de morte não autoriza a arbitrariedade homicida de um indivíduo. Mesmo atualmente, nas sociedades modernas onde é regularizada a pena de morte, acontece assim. Não é uma pessoa que decide a morte da outra, para alimentar os seus sentimentos maus. É o sistema que determina a morte do criminoso, com dor no coração por precisar fazer o que se deve ser feito. Não é vingança, e sim, o trabalho de um sistema judicial. Em tal sistema, as pessoas da parte inocente e ofendida não têm o poder de decidir nada em relação ao condenado. Quem decide é a lei. E essa moldura de execução protege a própria pessoa de praticar os problemas que estão por trás do sexto mandamento.
Você e eu, como pessoas físicas, não temos como decidir sobre os modelos judiciários a serem adotados ou não na sociedade em que estamos inseridos. Mas como indivíduos, podemos entender que o sexto mandamento preocupa-se com a possibilidade de haver ódio em nosso coração, se nós desejarmos que a vida do próximo seja arruinada. Isso fica mais esclarecido no Novo Testamento, quando Jesus, sem dar um posicionamento específico sobre a pena capital, por não estar decidindo nada em nível de sociedade, dirigiu-se a indivíduos e disse que “todo aquele que sem motivo se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento.” Pois não devemos alimentar o ódio nem a vingança no nosso coração. “Ouvistes que foi dito: Olho por olho, dente por dente. Eu, porém, vos digo: não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra” (Mateus 5:22, 38-39 - RA).
Um homicídio começa no coração daquele que odeia as pessoas. Deus valoriza a vida e desagrada-se de qualquer indício de raiva, vingança ou rejeição (1 João 3:15).
Portanto, independentemente dos moldes que os nossos tribunais de justiça adotem para banir o mal, como pessoas, podemos decidir pela paz e pelo bem.
Valdeci Júnior
Fátima Silva