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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Karoli -
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1
|Números 15:1|
Szóla pedig az Úr Mózesnek, mondván:
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2
|Números 15:2|
Szólj Izráel fiainak, és mondd nékik: Mikor bementek a ti lakó földetekre, a melyet én adok néktek.
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3
|Números 15:3|
És tûzáldozatot akartok készíteni az Úrnak, egészen égõ- vagy véres áldozatot, vagy fogadás teljesítése végett, vagy szabadakarat szerint, vagy a ti ünnepiteken, hogy tulok- vagy juhfélébõl kedves illatot készítsetek az Úrnak:
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4
|Números 15:4|
Akkor, a ki áldozza az õ áldozatját, vigyen az Úrnak ételáldozatul egy tizedrész [efa] lisztlángot, egy negyedrész hin olajjal elegyítve.
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5
|Números 15:5|
Italáldozatul pedig egy negyedrész hin bort adj az egészen égõ- vagy véres áldozathoz egy-egy bárány mellé.
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6
|Números 15:6|
Vagy ha kossal [áldozol,] készíts ételáldozatul két tizedrész [efa] lisztlángot megelegyítve egy hin olajnak harmadrészével;"
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7
|Números 15:7|
Italáldozatul pedig egy hin bornak harmadrészét. [Így] viszel az Úrnak jóillatú áldozatot.
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8
|Números 15:8|
Hogyha fiatal tulkot akarsz készíteni egészen égõ- vagy véres áldozatul fogadás teljesítése végett, vagy hálaáldozatul az Úrnak:
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9
|Números 15:9|
Akkor vígy a fiatal tulokkal egyetemben ételáldozatul három tizedrész [efa] lisztlángot, megelegyítve egy hin olajnak felével.
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10
|Números 15:10|
Italáldozatul pedig vigy fel fél hin bort; kedves illatú tûzáldozat [ez] az Úrnak."
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva