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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Karoli -
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1
|Oséias 13:1|
Efraim szólott volt, rettegés: nagygyá lett Izráelben, de vétkezett a Baállal, és meghalt.
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2
|Oséias 13:2|
Most is többítik bûneiket és csinálnak magoknak öntött képeket az õ ezüstjökbõl, bálványokat az õ eszök szerint. Képfaragók csinálmánya mindaz! Róluk mondják: Emberek, a kik áldoznak, borjúkat csókolnak!
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3
|Oséias 13:3|
Azért olyanná lesznek, mint a reggeli felhõ és mint a harmat, a mely korán eltûnik; mint a szérûrõl elsodort polyva és mint a kéménynek füstje."
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4
|Oséias 13:4|
Pedig én vagyok az Úr, a te Istened Égyiptom földétõl fogva. Nem ismerhetsz más Istent kivülem, és rajtam kivül nincs [más] szabadító!
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5
|Oséias 13:5|
Én ismertelek téged a pusztában, az eltikkadt földön.
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6
|Oséias 13:6|
A mint legeltek: elteltek; elteltek és szívök felfuvalkodék: azért hát elfelejtkezének rólam."
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7
|Oséias 13:7|
De olyan is leszek hozzájok, mint az oroszlán; mint a párducz, úgy lesekedem az úton."
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8
|Oséias 13:8|
Rájok rohanok, mint a [kölykétõl] megfosztott medve, és széttépem szívök borítóját, és felfalom ott õket, mint egy nõstény oroszlán. A mezei vad szaggatja szét õket!
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9
|Oséias 13:9|
Romlásodra lett Izráel, hogy ellenem [törekedtél,] a te segítõd ellen.
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10
|Oséias 13:10|
Hol van hát a te királyod, hol van, hogy megoltalmazzon minden városodban? És biráid, a kik felõl ezt mondád: Adj nékem királyt és fejedelmeket!
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva