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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Louis Segond (1910) -
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71
|1 Crônicas 6:71|
On donna aux fils de Guerschom: de la famille de la demi-tribu de Manassé, Golan en Basan et sa banlieue, et Aschtaroth et sa banlieue;
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72
|1 Crônicas 6:72|
de la tribu d'Issacar, Kédesch et sa banlieue, Dobrath et sa banlieue,
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73
|1 Crônicas 6:73|
Ramoth et sa banlieue, et Anem et sa banlieue;
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74
|1 Crônicas 6:74|
de la tribu d'Aser, Maschal et sa banlieue, Abdon et sa banlieue,
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75
|1 Crônicas 6:75|
Hukok et sa banlieue, et Rehob et sa banlieue;
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76
|1 Crônicas 6:76|
et de la tribu de Nephthali, Kédesch en Galilée et sa banlieue, Hammon et sa banlieue, et Kirjathaïm et sa banlieue.
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77
|1 Crônicas 6:77|
On donna au reste des Lévites, aux fils de Merari: de la tribu de Zabulon, Rimmono et sa banlieue, et Thabor et sa banlieue;
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78
|1 Crônicas 6:78|
et de l'autre côté du Jourdain, vis-à-vis de Jéricho, à l'orient du Jourdain: de la tribu de Ruben, Betser au désert et sa banlieue, Jahtsa et sa banlieue,
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79
|1 Crônicas 6:79|
Kedémoth et sa banlieue, et Méphaath et sa banlieue;
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80
|1 Crônicas 6:80|
et de la tribu de Gad, Ramoth en Galaad et sa banlieue, Mahanaïm et sa banlieue,
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Sugestões

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14 de junho LAB 531
É EMOCIONANTE, NÃO ACHA?
JÓ 38-42
É com muita alegria que escrevo o último comentário sobre o livro de Jó deste ano. O interessante disso é que neste final, vamos falar de começo, de princípio, de origem. Jó e seus amigos estavam questionando sobre a existência, mas haviam esquecido de algo básico. Quando Deus entra na discussão, Ele chama a atenção para isso.
Você quer saber qual é o sentido da sua existência? Então precisa saber de onde veio e para onde vai. Alexander Vom Stein escreveu um livro científico alemão, que aborda o criacionismo bíblico. Logo na introdução, o autor já começa discutindo essa questão. Segundo ele, todo ser pensante, um dia, já fez para si as seguintes perguntas: “De onde venho?”, “Pra onde vou?” e “Para que vivo?”. Essas, na realidade, são perguntas sobre a origem, o futuro e o destino da vida. Então, Stein comenta que “Se a origem e o desenvolvimento de todas as coisas é um processo aleatório, então a pergunta sobre o futuro de todas as coisas não pode ser respondida. E em processos aleatórios tampouco se pode encontrar sentido e objetivo. Por isso, a resposta a essa pergunta [De onde venho] é importante para todo ser humano – pois disso depende a procura por um sentido em nossa vida” (Criação, pág. 7).
Essa é uma grande realidade: precisamos saber de onde viemos. A pouco tempo, uma amiga apareceu no MSN para falar comigo. Ela pediu para eu assistir a um vídeo na internet. Perguntei sobre o que se tratava. Era sobre o parto do nascimento da sua filhinha. Logo disse não, pois não aguento assistir a essas coisas. Mas ela insistiu dizendo que não tinha sangue e que estava bem editado. Resolvi arriscar e assisti ao vídeo. Foi a coisa mais linda ver os médicos dando bom dia para aquele serzinho com cinco segundos de existência, entregar o ser humano que tinha um minuto de existência nas mãos do pai, e o pai mostrando para a mãe ver a filha antes que ela tivesse três minutos de vida.
Fiquei emocionado. É lindo, místico, fora da possibilidade de qualquer explicação a magia que esse momento envolve: ver o surgimento da vida. E por mais que os cientistas queiram parecer os sabichões, os semideuses, os sobre-humanos, qualquer um se sente pequeno diante da origem da vida. Todos se admiram do fato de que existem coisas que não dá para se explicar nem no laboratório mais avançado do mundo. Ironicamente, é a coisa mais simples do mundo. Nenhum cientista, de forma artificial, jamais conseguiu reproduzir esse fenômeno da Natureza porque nele está o toque de Deus.
É emocionante!
Valdeci Júnior
Fátima Silva