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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Louis Segond (1910) -
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|2 Reis 12:1|
La septième année de Jéhu, Joas devint roi, et il régna quarante ans à Jérusalem. Sa mère s'appelait Tsibja, de Beer-Schéba.
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|2 Reis 12:2|
Joas fit ce qui est droit aux yeux de l'Eternel tout le temps qu'il suivit les directions du sacrificateur Jehojada.
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3
|2 Reis 12:3|
Seulement, les hauts lieux ne disparurent point; le peuple offrait encore des sacrifices et des parfums sur les hauts lieux.
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4
|2 Reis 12:4|
Joas dit aux sacrificateurs: Tout l'argent consacré qu'on apporte dans la maison de l'Eternel, l'argent ayant cours, savoir l'argent pour le rachat des personnes d'après l'estimation qui en est faite, et tout l'argent qu'il vient au coeur de quelqu'un d'apporter à la maison de l'Eternel,
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|2 Reis 12:5|
que les sacrificateurs le prennent chacun de la part des gens de sa connaissance, et qu'ils l'emploient à réparer la maison partout où il se trouvera quelque chose à réparer.
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6
|2 Reis 12:6|
Mais il arriva que, la vingt-troisième année du roi Joas, les sacrificateurs n'avaient point réparé ce qui était à réparer à la maison.
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|2 Reis 12:7|
Le roi Joas appela le sacrificateur Jehojada et les autres sacrificateurs, et leur dit: Pourquoi n'avez-vous pas réparé ce qui est à réparer à la maison? Maintenant, vous ne prendrez plus l'argent de vos connaissances, mais vous le livrerez pour les réparations de la maison.
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8
|2 Reis 12:8|
Les sacrificateurs convinrent de ne pas prendre l'argent du peuple, et de n'être pas chargés des réparations de la maison.
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9
|2 Reis 12:9|
Alors le sacrificateur Jehojada prit un coffre, perça un trou dans son couvercle, et le plaça à côté de l'autel, à droite, sur le passage par lequel on entrait à la maison de l'Eternel. Les sacrificateurs qui avaient la garde du seuil y mettaient tout l'argent qu'on apportait dans la maison de l'Eternel.
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10
|2 Reis 12:10|
Quand ils voyaient qu'il y avait beaucoup d'argent dans le coffre, le secrétaire du roi montait avec le souverain sacrificateur, et ils serraient et comptaient l'argent qui se trouvait dans la maison de l'Eternel.
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06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva