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Louis Segond (1910) -
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|Cantares 6:1|
Où est allé ton bien-aimé, O la plus belle des femmes? De quel côté ton bien-aimé s'est-il dirigé? Nous le chercherons avec toi.
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|Cantares 6:2|
Mon bien-aimé est descendu à son jardin, Au parterre d'aromates, Pour faire paître son troupeau dans les jardins, Et pour cueillir des lis.
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3
|Cantares 6:3|
Je suis à mon bien-aimé, et mon bien-aimé est à moi; Il fait paître son troupeau parmi les lis. -
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|Cantares 6:4|
Tu es belle, mon amie, comme Thirtsa, Agréable comme Jérusalem, Mais terrible comme des troupes sous leurs bannières.
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5
|Cantares 6:5|
Détourne de moi tes yeux, car ils me troublent. Tes cheveux sont comme un troupeau de chèvres, Suspendues aux flancs de Galaad.
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6
|Cantares 6:6|
Tes dents sont comme un troupeau de brebis, Qui remontent de l'abreuvoir; Toutes portent des jumeaux, Aucune d'elles n'est stérile.
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7
|Cantares 6:7|
Ta joue est comme une moitié de grenade, Derrière ton voile...
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|Cantares 6:8|
Il y a soixante reines, quatre-vingts concubines, Et des jeunes filles sans nombre.
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|Cantares 6:9|
Une seule est ma colombe, ma parfaite; Elle est l'unique de sa mère, La préférée de celle qui lui donna le jour. Les jeunes filles la voient, et la disent heureuse; Les reines et les concubines aussi, et elles la louent. -
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10
|Cantares 6:10|
Qui est celle qui apparaît comme l'aurore, Belle comme la lune, pure comme le soleil, Mais terrible comme des troupes sous leurs bannières? -
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Sugestões

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26 de fevereiro LAB 423
POR CAUSA DO PODER OU POR CAUSA DO AMOR?
Deuteronômio 04-07
Certa vez, um menino estava sentado perto de uma porteira, que dava acesso a uma propriedade. Ele estava ali fazendo o papel de porteiro quando, de repente, diante dele estava, nada mais, nada menos que o poderoso imperador Napoleão Bonaparte, juntamente com todos os seus homens. E quando o grande e seus homens se aproximaram, querendo passar por aquela propriedade, tiveram um problema. O garoto, ousado, simplesmente teve a audácia de impedir o imperador.
- Não senhor! Por aqui o senhor não passa porque não pode! – o garoto disse.
Depois de argumentar um pouco, Napoleão já estava bravo. Zangado, ele gritou com o menino:
- Oh, rapaz, eu sou Napoleão Bonaparte, o imperador. Abra já este portão!
E agora? Muito educado, o menino tirou o chapéu e perguntou ao poderoso:
- Grande imperador, meu pai me deu uma ordem: não deixe ninguém passar. Aprendi que devo obedecer ao meu pai. Agora, me diga uma coisa, o senhor vai querer que eu desobedeça meu pai? Este portão está fechado por isso. É por isso que aqui ninguém passa, conforme meu pai determinou!
É... Parece que o garoto não tinha noção de que seu pai era só mais um, um simples camponês.
Então, Napoleão, como imperador, virou-se para seus generais e disse bem alto:
- Deem-me mil homens como este menino e conquistarei o mundo todo.
E daí ele deu meia volta e se foi por outro caminho.
Existem pessoas que acham tão difícil obedecer! Mas você sabe o que fazia com que aquele menino fosse tão obediente? O relacionamento com seu pai. Bem ali naquela porteira, no limite da estrada, pôde ser visto que o amor falou mais alto que o poder.
Agora, na encruzilhada da nossa leitura bíblica, nos encontramos com outro poderoso. Mas Ele não é só poderoso. Ele também é o pai do relacionamento próximo. E a discussão permanece: obediência. A grande questão é: obediência por causa do poder ou por causa do amor?
No começo da leitura, primeiro nosso Pai chega e conversa conosco sobre a importância da obediência, como ser obediente, o que obedecer... É um bate-papo legal! Mas também faz algumas proibições: “Olha, por essa porteira, não se pode passar.” Do verso 32 em diante, Ele deixa claro que é porque é Deus. É poderoso!
Se alguém tem dúvida, no capítulo cinco, as explicações estão bem detalhadas. Elas valem para hoje ainda. Mas no capítulo seis está a razão da obediência: o amor. É por amor que guardamos os mandamentos. E sabe qual é o fim da história? Leia o capítulo sete e você descobrirá.
Valdeci Júnior
Fátima Silva