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Louis Segond (1910) -
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40
|Esdras 2:40|
Lévites: les fils de Josué et de Kadmiel, des fils d'Hodavia, soixante quatorze.
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41
|Esdras 2:41|
Chantres: les fils d'Asaph, cent vingt-huit.
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42
|Esdras 2:42|
Fils des portiers: les fils de Schallum, les fils d'Ather, les fils de Thalmon, les fils d'Akkub, les fils de Hathitha, les fils de Schobaï, en tout cent trente-neuf.
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43
|Esdras 2:43|
Néthiniens: les fils de Tsicha, les fils de Hasupha, les fils de Thabbaoth,
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44
|Esdras 2:44|
les fils de Kéros, les fils de Siaha, les fils de Padon,
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45
|Esdras 2:45|
les fils de Lebana, les fils de Hagaba, les fils d'Akkub,
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46
|Esdras 2:46|
les fils de Hagab, les fils de Schamlaï, les fils de Hanan,
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47
|Esdras 2:47|
les fils de Guiddel, les fils de Gachar, les fils de Reaja,
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48
|Esdras 2:48|
les fils de Retsin, les fils de Nekoda, les fils de Gazzam,
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49
|Esdras 2:49|
les fils d'Uzza, les fils de Paséach, les fils de Bésaï,
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Sugestões

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24 de setembro LAB 633
MIQUÉIAS, CRISTO, OS CRISTÃOS E VOCÊ
Miquéias 05-07
O livro de Miquéias é um livro profundamente cristocêntrico, tanto ao falar de Cristo quanto ao falar com os seguidores de Cristo. Embora tenha sido escrito antes de Cristo, é um livro profético, que portanto conseguiu enxergar no futuro mesmo estando ainda no passado. Essa sua transcendência ao tempo dá-nos a garantia de sua atualidade, mesmo depois de milhares de anos em que foi escrito, pois, afinal de contas, também foi escrito séculos antes do Cristo e dos cristãos a quem se refere.
Abaixo, vamos estudar dois versículos. Cada um deles, pode destacar-nos uma dessas cristologias do livro de Miquéias, a que olha para Cristo, e a que olha para os seguidores de Cristo.
“Mas tu, Belém-Efrata, embora pequena entre os clãs [ou governantes] de Judá, de ti virá para mim aquele que será o governante sobre Israel. Suas origens [no hebraico, saídas] estão no passado distante, em tempos antigos [traduzindo de forma mais literal: desde os dias da eternidade] (5:2 – NVI). Na versão bíblica Atualizada, de João Ferreira de Almeida, lemos como esta última proposta de tradução: “desde os dias da eternidade”. Aplicando este verso a Jesus (cf. Mateus 2:6), chegamos ao aprendizado de que, apesar de que, em sua fase de encarnação, tenha nascido em Belém, Cristo já existia muito antes do evento do seu próprio nascimento. E de acordo com Isaías 9:6, esta existência remonta-se à própria pré-existência eterna, no passado. Ou seja, Ele, divinamente, sempre existiu. Amém, por isso! Pois para ser o nosso Deus, precisa, no mínimo, ser eterno, não acha?
Essa segurança tem uma influência direta na nossa resposta comportamental. Cristo tem suas virtudes e prerrogativas divinas. Mas e o ser humano que o segue? O capítulo seguinte do livro de Miquéias nos ajuda a entendermos isto. “Ele mostrou a você, ó homem [ser humano], o que é bom e o que o Senhor exige [pede de ti]: pratique a justiça, ame a fidelidade e ande humildemente com o seu Deus (Miquéias 6:8 – NVI). Alguém justo, fiel e que anda humildemente com Deus, é alguém que pode ser chamado de cristão, no melhor sentido da palavra. Quem somos nós para conseguirmos, por nosso próprio esforço, viver plenamente estas virtudes, não é mesmo?
É por isso que contamos com a graça de Deus. “Quem é comparável a ti, ó Deus, que perdoas o pecado e esqueces a transgressão do remanescente da sua herança? Tu que não permaneces irado para sempre, mas que tens prazer em mostrar amor (7:18 – NVI). Miquéias conseguiu enxergar a Deus num futuro muito distante, mas e você, tem vivido na presença do Deus (in)visível?
Valdeci Júnior
Fátima Silva