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Louis Segond (1910) -
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|Esdras 2:60|
Les fils de Delaja, les fils de Tobija, les fils de Nekoda, six cent cinquante-deux.
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|Esdras 2:61|
Et parmi les fils des sacrificateurs: les fils de Habaja, les fils d'Hakkots, les fils de Barzillaï, qui avait pris pour femme une des filles de Barzillaï, le Galaadite, et fut appelé de leur nom.
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|Esdras 2:62|
Ils cherchèrent leurs titres généalogiques, mais ils ne les trouvèrent point. On les exclut du sacerdoce,
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63
|Esdras 2:63|
et le gouverneur leur dit de ne pas manger des choses très saintes jusqu'à ce qu'un sacrificateur ait consulté l'urim et le thummim.
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|Esdras 2:64|
L'assemblée tout entière était de quarante-deux mille trois cent soixante personnes,
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|Esdras 2:65|
sans compter leurs serviteurs et leurs servantes, au nombre de sept mille trois cent trente-sept. Parmi eux se trouvaient deux cents chantres et chanteuses.
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66
|Esdras 2:66|
Ils avaient sept cent trente-six chevaux, deux cent quarante-cinq mulets,
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67
|Esdras 2:67|
quatre cent trente-cinq chameaux, et six mille sept cent vingt ânes.
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|Esdras 2:68|
Plusieurs des chefs de famille, à leur arrivée vers la maison de l'Eternel à Jérusalem, firent des offrandes volontaires pour la maison de Dieu, afin qu'on la rétablît sur le lieu où elle avait été.
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69
|Esdras 2:69|
Ils donnèrent au trésor de l'oeuvre, selon leurs moyens, soixante et un mille dariques d'or, cinq mille mines d'argent, et cent tuniques sacerdotales.
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Sugestões

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02 de junho LAB 519
NÃO CAIA NA ARMADILHA
JÓ 03-05
Se você está em dia com sua leitura da Bíblia, está acompanhando um verdadeiro drama. Por um lado, é uma leitura gostosa de fazer, já que se trata de um conto curioso. Mas existem pessoas que desanimam a ler esse livro por diversas razões: há diálogos que trazem argumentos longamente repetitivos; pelo fato de que o livro é grande; por, às vezes, achar, enganadamente, que não se trataria de uma história real; e por outros equívocos mais desse tipo. Então, para você não cair nessa armadilha, quero apresentar um ponto de vista do teólogo Gerald Wheeler.
Wheeler comenta que esse livro tem deixado muitos leitores perplexos durante milhares de anos. O problema é que a maioria das pessoas folheia o começo e o fim do livro e faz uma conclusão de que Satanás é o responsável de todos os sofrimentos humanos e pronto. A realidade é que poucos se atrevem a cavar os mistérios mais profundos e a mensagem vital que estão contidos no restante do livro.
Perceba que o livro de Jó não se preocupa tanto em mostrar quem ou o que causa o sofrimento. Uma preocupação maior que essa é mostrar a forma como as pessoas reagem diante da provação. Vemos Jó lutando para entender como é possível que Deus inflija esse tipo de sofrimento para Seus servos fiéis. Os argumentos dos amigos de Jó são a parte mais patética da história, já que se esforçam para “preservar a fé”, mesmo que isso custasse o sacrifício das boas relações de amizade entre eles. De uma maneira geral, observa-se que os amigos de Jó parecem acreditar que Deus recompensa os justos e castiga os maus. E é engraçado que quando o mundo parece não se encaixar no padrão simplório que esses personagens pensam sobre a vida e a defendem, a posição teológica de cada um começa a titubear, mas parecem ficar desesperados para fazer qualquer coisa para conservar a opinião própria deles, mesmo que isso signifique destruir os outros.
É aí que vem o pé de guerra do livro de Jó. De um lado, Jó põe a responsabilidade do mal que está devastando sua vida nas costas de Deus. Os amigos, por outro lado, garantem que ele é um pecador. Aí Jó se ira contra Deus. Diante disso, seus amigos o pressionam, procurando seu “pecado oculto”, a suposta causa do sofrimento dele. Nesse diálogo, o eco que podemos ouvir é o das incompreensões teológicas de todos os tempos que, ironicamente, fazem muitos se desentenderem.
Mas enquanto o pecado e o sofrimento reinam neste mundo, deixe que o livro de Jó fale ao seu coração!
Valdeci Júnior
Fátima Silva