-
Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
-
Louis Segond (1910) -
-
1
|Josué 12:1|
Voici les rois que les enfants d'Israël battirent, et dont ils possédèrent le pays de l'autre côté du Jourdain, vers le soleil levant, depuis le torrent de l'Arnon jusqu'à la montagne de l'Hermon, avec toute la plaine à l'orient.
-
2
|Josué 12:2|
Sihon, roi des Amoréens, qui habitait à Hesbon. Sa domination s'étendait depuis Aroër, qui est au bord du torrent de l'Arnon, et, depuis le milieu du torrent, sur la moitié de Galaad, jusqu'au torrent de Jabbok, frontière des enfants d'Ammon;
-
3
|Josué 12:3|
sur la plaine, jusqu'à la mer de Kinnéreth à l'orient, et jusqu'à la mer de la plaine, la mer Salée, à l'orient vers Beth-Jeschimoth; et du côté du midi, sur le pied du Pisga.
-
4
|Josué 12:4|
Og, roi de Basan, seul reste des Rephaïm, qui habitait à Aschtaroth et à Edréï.
-
5
|Josué 12:5|
Sa domination s'étendait sur la montagne de l'Hermon, sur Salca, sur tout Basan jusqu'à la frontière des Gueschuriens et des Maacathiens, et sur la moitié de Galaad, frontière de Sihon, roi de Hesbon.
-
6
|Josué 12:6|
Moïse, serviteur de l'Eternel, et les enfants d'Israël, les battirent; et Moïse, serviteur de l'Eternel, donna leur pays en possession aux Rubénites, aux Gadites, et à la moitié de la tribu de Manassé.
-
7
|Josué 12:7|
Voici les rois que Josué et les enfants d'Israël battirent de ce côté-ci du Jourdain, à l'occident, depuis Baal-Gad dans la vallée du Liban jusqu'à la montagne nue qui s'élève vers Séir. Josué donna leur pays en possession aux tribus d'Israël, à chacune sa portion,
-
8
|Josué 12:8|
dans la montagne, dans la vallée, dans la plaine, sur les coteaux, dans le désert, et dans le midi; pays des Héthiens, des Amoréens, des Cananéens, des Phéréziens, des Héviens et des Jébusiens.
-
9
|Josué 12:9|
Le roi de Jéricho, un; le roi d'Aï, près de Béthel, un;
-
10
|Josué 12:10|
le roi de Jérusalem, un; le roi d'Hébron, un;
-
-
Sugestões

Clique para ler Ezequiel 30-32
06 de setembro LAB 615
EM PRATO LIMPO
Ezequiel 30-32
Fim de tarde. O papai chegou cansado em casa, depois de um exaustivo dia de trabalho. Em sua face, carrega a estampa do peso dos dias, semanas e meses, que vão acumulando-se sobre os ombros de um senhor de responsabilidades. Apesar do cansaço que o pai traz consigo, as crianças maiores anunciam a chegada do “velho” às menores, e estas saem ao seu encontro, cortejando a chegada. Mas logo, todas percebem que neste dia o reencontro familiar não será tão festivo. O que terá acontecido lá fora, longe do lar, com papai?
O patriarca desculpa-se por não trazer tanta alegria como de costume. Senta-se solene, e pede que todos também reúnam-se em torno da mesa. E, introdutoriamente, deixa claro que lá fora não há nada de errado, mas que ali mesmo, dentro de casa, eles precisavam lavar algumas roupas sujas. Todos entendiam bem esta expressão. Não significava que iriam fazer o trabalho da máquina lavadora, e nem mesmo queria dizer que havia alguma indumentária precisando ser higienizada. Não. Mas com certeza, eles tinham alguns assuntos pendentes a serem resolvidos, em conversa franca e séria.
Alguns abaixam a cabeça, mas o homem dirigente daquela unidade familiar exige que todos olhem para ele, olho no olho. Ele vai dirigir-se a todos e também a cada um. Quer a verdade. Não quer gracejos, sorrisos, distração, ou qualquer outra coisa que torne a conversa menos séria do que o devido. Chegará o momento da conversa em que será exigido que alguém também fale. Pode ser qualquer um, e terá que falar com propriedade. Nada deverá ser escondido. Não há como esconder-se debaixo da mesa, correr, ou tornar-se invisível. O jeito é soltar o peso na cadeira, cruzar bem os pés, respirar fundo, segurar firme na beirada da mesa e agüentar o tranco.
O deve haver de errado? Quem será o impostor? Haverá punição? O que mais pode haver de errado em situações assim não é o problema em si, mas a falta em tratar do mesmo. E o que pode haver de melhor em ocasiões como esta é o tratamento correto dado ao problema. Provavelmente, tal busca pela resolução seja dolorido, mas é o “mal necessário”. O menos pior é ter a hombridade, a coragem, o caráter, de falar tudo o que é preciso, de forma sincera, educada e aberta, num diálogo que busque a solução. Depois disso, no final, mesmo que restem conseqüências, todos conseguem dar um suspiro de alívio e sentir uma doce paz no coração.
É isso que você vai encontrar na leitura de hoje. Uma reunião ao redor da mesa, pra colocar tudo em prato limpo.
Valdeci Júnior
Fátima Silva