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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Louis Segond (1910) -
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1
|Josué 15:1|
La part échue par le sort à la tribu des fils de Juda, selon leurs familles, s'étendait vers la frontière d'Edom, jusqu'au désert de Tsin, au midi, à l'extrémité méridionale.
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2
|Josué 15:2|
Ainsi, leur limite méridionale partait de l'extrémité de la mer Salée, de la langue qui fait face au sud.
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3
|Josué 15:3|
Elle se prolongeait au midi de la montée d'Akrabbim, passait par Tsin, et montait au midi de Kadès-Barnéa; elle passait de là par Hetsron, montait vers Addar, et tournait à Karkaa;
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4
|Josué 15:4|
elle passait ensuite par Atsmon, et continuait jusqu'au torrent d'Egypte, pour aboutir à la mer. Ce sera votre limite au midi.
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5
|Josué 15:5|
La limite orientale était la mer Salée jusqu'à l'embouchure du Jourdain. La limite septentrionale partait de la langue de mer qui est à l'embouchure du Jourdain.
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6
|Josué 15:6|
Elle montait vers Beth-Hogla, passait au nord de Beth-Araba, et s'élevait jusqu'à la pierre de Bohan, fils de Ruben;
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7
|Josué 15:7|
elle montait à Debir, à quelque distance de la vallée d'Acor, et se dirigeait vers le nord du côté de Guilgal, qui est vis-à-vis de la montée d'Adummim au sud du torrent. Elle passait près des eaux d'En-Schémesch, et se prolongeait jusqu'à En-Roguel.
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8
|Josué 15:8|
Elle montait de là par la vallée de Ben- Hinnom au côté méridional de Jebus, qui est Jérusalem, puis s'élevait jusqu'au sommet de la montagne, qui est devant la vallée de Hinnom à l'occident, et à l'extrémité de la vallée des Rephaïm au nord
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9
|Josué 15:9|
Du sommet de la montagne elle s'étendait jusqu'à la source des eaux de Nephthoach, continuait vers les villes de la montagne d'Ephron, et se prolongeait par Baala, qui est Kirjath-Jearim.
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10
|Josué 15:10|
De Baala elle tournait à l'occident vers la montagne de Séir, traversait le côté septentrional de la montagne de Jearim, à Kesalon, descendait à Beth-Schémesch, et passait par Thimna.
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Sugestões

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17 de maio LAB 503
DAMASCO
2Crônicas 24-25
A leitura de hoje fala um pouco sobre Damasco. Quero apresentar-lhe curiosidades bem interessantes. Alguns arqueólogos consideram Damasco como sendo a mais antiga cidade do mundo. Há controvérsias, mas há também o que se considerar sobre esse pensamento, pois ela não foi uma cidade antiga que deixou de existir. Ela permanece até hoje.
Damasco sempre foi “a cidade mais importante da Síria” e a metrópole dos povos do deserto. A cidade e a planície circundante devem sua vida e prosperidade aos famosos rios Farfar e Abana, de reputação bíblica.
Nela, ainda existem ruínas de muros e portas muito antigos, alguns da época romana.
A rua chamada Direita (cf. Atos 9:10-12) começa na porta Oriental e prossegue na direção oeste até atingir o centro da cidade. A casa para onde fio Ananias, conforme pode ser vista hoje, é uma capela baixa, semelhante a uma caverna, a 5m ou 6m abaixo do nível da rua. Essa é possivelmente a localização correta da casa, mas a rua Direita estava então em um nível mais baixo, conforme o demonstra a descoberta das ruínas de outra rua.
A Grande Mesquita, que quanto ao caráter sagrado só pode ser superada pelas mesquitas de Meca, Medina e Jerusalém, é o edifício mais antigo e venerado de Damasco. Representa três períodos da história e as três religiões que a dominaram: o paganismo, o cristianismo e o islamismo. Os maciços alicerces e as colunatas exteriores pertencem a um templo grego ou romano. Sob o domínio dos romanos, o templo foi dedicado a Júpiter. Depois que Constantino converteu-se ao cristianismo, no século IV, o templo foi reconstruído e transformado em uma imensa igreja que Teodósio dedicou a João Batista. Quando os muçulmanos capturaram Damasco, em 634 d.C., a edificação foi remodelada e convertida em suntuosa mesquita. O edifício sofreu três incêndios, sendo, porém, restaurado em todas as ocasiões.
Em sua condição atual, a Grande Mesquita consiste de uma estrutura quadrangular de 146m x 99m, rodeada de excelentes muros de alvenaria e coroada com uma esplêndida cúpula, três torres elevadas e uma multidão de minaretes (torres pequenas). Um desses minaretes é conhecido como “o minarete de Jesus”, porque, segundo a tradição islâmica, “Jesus aparecerá no alto desse minarete no dia do Juízo final.” No lado sul da mesquita, na viga superior de uma pouco usada, mas esplêndida porta, há uma inscrição em grego: “Teu reino, ó Cristo, é um reino eterno.”
É esse pensamento que quero enfatizar. Assim como Damasco é uma cidade que nunca acaba, nossa leitura bíblica é algo que deve ser para sempre. Através dela, você encontrará um reino que é eterno, o reino de Jesus.
Valdeci Júnior
Fátima Silva