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Luther (1912) -
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|Esdras 4:1|
Da aber die Widersacher Juda's und Benjamins hörten, daß die Kinder der Gefangenschaft dem HERRN, dem Gott Israels, den Tempel bauten,
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2
|Esdras 4:2|
kamen sie zu Serubabel und zu den Obersten der Vaterhäuser und sprachen zu ihnen: Wir wollen mit euch bauen; denn wir suchen euren Gott gleichwie ihr, und wir haben ihm geopfert, seit der Zeit da Asar-Haddon, der König von Assyrien, uns hat heraufgebracht."
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3
|Esdras 4:3|
Aber Serubabel und Jesua und die andern Obersten der Vaterhäuser in Israel antworteten ihnen: Es ziemt sich nicht, uns und euch, das Haus unsers Gottes zu bauen; sondern wir wollen allein bauen dem HERRN, dem Gott Israels, wie uns Kores, der König in Persien, geboten hat."
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4
|Esdras 4:4|
Da hinderte das Volk im Lande die Hand des Volkes Juda und schreckten sie ab im Bauen
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5
|Esdras 4:5|
und dingten Ratgeber wider sie und verhinderten ihren Rat, solange Kores, der König in Persien, lebte, bis an das Königreich Darius, des Königs in Persien.
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6
|Esdras 4:6|
Und da Ahasveros König ward, im Anfang seines Königreichs, schrieben sie eine Anklage wider die von Juda und Jerusalem.
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7
|Esdras 4:7|
Und zu den Zeiten Arthahsasthas schrieb Bislam, Mithredath, Tabeel und die andern ihres Rats an Arthahsastha, den König in Persien. Die Schrift aber des Briefes war syrisch, und er war auf syrisch verdolmetscht.
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8
|Esdras 4:8|
Rehum, der Kanzler, und Simsai, der Schreiber schrieben diesen Brief wider Jerusalem an Arthahsastha, den König:
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9
|Esdras 4:9|
Wir, Rehum, der Kanzler, und Simsai, der Schreiber, und die andern des Rats: die von Dina, von Arpharsach, von Tarpal, von Persien, von Erech, von Babel, von Susan, von Deha und von Elam,
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10
|Esdras 4:10|
und die andern Völker, welche der große und berühmte Asnaphar herübergebracht und gesetzt hat in die Stadt Samaria und in die andern Orte diesseits des Wassers, und so fort.
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Sugestões

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17 de janeiro LAB 383
ESCOLA PORTO SEGURO
Êxodo 01-04
Há muitas pessoas que saem das grandes cidades para ir morar no interior, buscando mais tranqüilidade e uma qualidade de vida melhor. Mas aí vem o problema: no interior, não se encontra tudo que precisa. É claro, nos grandes centros têm mais recursos. Tem de tudo: tudo de bom e tudo que não presta também. Muita gente migra para o interior para livra-se do que não é bom. Elas procuram encontrar um verdadeiro refúgio.
Isso me lembra Garopaba, uma cidade turística, de lindas praias, no sul do Brasil, conhecida, pelo menos por nome, por muita gente. Além do turismo, ela tem essa característica de muitas pessoas buscarem qualidade de vida ao mudar para lá. Quando chegam, vem a grande questão: e agora, onde vamos matricular nossos filhos? Aqui não tem aquelas grandes redes de escola que tínhamos na cidade grande.
Aí vem algo fantástico que encontrei em Garopaba. Conheci pessoas que mudaram para lá por missão. O ministério deles é fundar, ali no interior, uma escola com alta qualidade de ensino, com alta qualidade de padrões morais, com alta qualidade de tudo o que uma escola precisa, para que os pais fiquem tranqüilos ao deixar seus filhos nela. O mais interessante é que o nome da escola é Porto Seguro, um símbolo de que, mesmo no meio das dificuldades da vida, mesmo nos desertos deste mundo, ainda podemos procurar, fazer, criar, encontrar “portos seguros”, onde podemos preservar pelo desenvolvimento do nosso caráter.
A leitura bíblica conta a história de alguém que viveu isso muitas vezes e mostra qual foi o resultado. Esse alguém nasceu na megalópole, só que na periferia mais discriminada daquele colosso urbano. Sua mãe não se contentou com isso. Ela deu um jeito de enviá-lo para um lugar mais seguro. O sujeito da nossa história cresceu recebendo a maior educação secular do mundo, nos palácios do Egito. Mas, ao mesmo tempo, recebeu a maior formação religiosa do mundo no seu lar de origem. No academicismo do Egito, ele encontrou o “porto seguro” intelectual, e no colo de Joquebede, o “porto seguro” espiritual. Depois, precisou aprender na maior de todas as escolas: a escola da vida. Como andarilho do deserto, encontrou um “porto seguro” na casa de Jetro, onde aprendeu a viver bem em pleno deserto.
O resultado disso tudo é que ele voltou, capacitado pelas letras, pela religião e pela vida para ser o maior libertador de todos os tempos: simplesmente Moisés. É interessante que a maior capacitação que ele encontrou foi na sarça ardente.
Sem dúvida, o porto mais seguro que podemos encontrar é na presença de Deus. Experimente isso, você também!
Valdeci Júnior
Fátima Silva