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Leia por capítulosComentário sobre a Leitura Bíblica de Hoje
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Luther (1912) -
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1
|Provérbios 15:1|
Eine linde Antwort stillt den Zorn; aber ein hartes Wort richtet Grimm an."
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2
|Provérbios 15:2|
Der Weisen Zunge macht die Lehre lieblich; der Narren Mund speit eitel Narrheit."
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3
|Provérbios 15:3|
Die Augen des HERRN schauen an allen Orten beide, die Bösen und die Frommen.
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4
|Provérbios 15:4|
Ein heilsame Zunge ist ein Baum des Lebens; aber eine lügenhafte macht Herzeleid."
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5
|Provérbios 15:5|
Der Narr lästert die Zucht seines Vaters; wer aber Strafe annimmt, der wird klug werden."
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6
|Provérbios 15:6|
In des Gerechten Haus ist Guts genug; aber in dem Einkommen des Gottlosen ist Verderben."
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7
|Provérbios 15:7|
Der Weisen Mund streut guten Rat; aber der Narren Herz ist nicht richtig."
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8
|Provérbios 15:8|
Der Gottlosen Opfer ist dem HERRN ein Greuel; aber das Gebet der Frommen ist ihm angenehm."
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9
|Provérbios 15:9|
Der Gottlosen Weg ist dem HERRN ein Greuel; wer aber der Gerechtigkeit nachjagt, den liebt er."
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10
|Provérbios 15:10|
Den Weg verlassen bringt böse Züchtigung, und wer Strafe haßt, der muß sterben.
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Sugestões

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04 de janeiro LAB 370
DESDE QUANDO?
Gênesis 12-15
De Martinho Lutero, herdamos a doutrina da justificação pela fé. Ele aprendeu isso nos escritos de Paulo. Mas o apóstolo buscou tal ensinamento junto à cruz. Então, onde tudo começou?
Abraão viveu no tempo do Velho Testamento. Será que ele foi salvo pela Lei? Pelo contrário! Não foi justificado por suas obras, mas porque creu. “Pois que diz a Escritura? Abraão creu em Deus, e isso lhe foi imputado para justiça. Mas, ao que não trabalha, porém crê naquele que justifica o ímpio, a sua fé lhe é atribuída como justiça” (Romanos 4:3 e 5; Gálatas 3:6; Tiago 2:23; cf. Gênesis 15:6).
Um soldado do exército imperial estava condenado a morrer. A mãe daquele oficial, em lágrimas, aos pés do imperador, rogou-lhe para que seu filho fosse perdoado. Napoleão Bonaparte, de pronto, negou, porque se tratava de um reincidente e era por isso que a justiça exigia a execução do réu.
Desesperada, a mãe tentou argumentar dizendo-lhe:
- Mas não estou pedindo justiça para o meu filho, ó grande. O que peço é misericórdia, senhor, misericórdia!
O monarca replicou:
- Ele não merece misericórdia.
Ela, porém insistiu suplicando:
- Sim senhor, disso eu sei. Se ele a merecesse, não seria misericórdia, seria justiça.
Essa verdade tocou o coração do imperador, e ele respondeu:
- Concederei a seu filho minha misericórdia.
“Se tu tivesses feito uma lista dos nossos pecados, quem escaparia da condenação? Mas tu nos perdoas, e por isso nós te tememos... ponha a sua esperança no Deus Eterno porque o seu amor é fiel, e ele sempre está disposto a salvar” (Salmo 130:3-7 - BLH). Apenas confesse seus pecados a Deus, pois “se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (1João 1:9).
A obra de Jesus, consumada na cruz, satisfez plenamente a justiça de Deus. Se você aceitá-la, alcançará misericórdia e perdão.
“Porque Cristo, quando nós ainda éramos fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios. Dificilmente, alguém morreria por um justo; pois poderá ser que pelo bom alguém se anime a morrer. Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós, sendo nós ainda pecadores” (Romanos 5:6-8).
Resumindo, justificação pela fé é, em Seu infinito amor e misericórdia, Deus fazendo a Jesus “pecado por nós; para que, nEle, fôssemos feitos justiça de Deus” (2Coríntios 5:21). Através da fé em Cristo, os corações são preenchidos pelo Espírito Santo. Por meio dessa mesma fé, dom da graça de Deus (Romanos 12:3; Efésios 2:8), os pecadores arrependidos são considerados justos (Romanos 3:28). A salvação sempre aconteceu assim.
Valdeci Júnior
Fátima Silva