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Greek (OT) Septuagint -
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|Ester 2:11|
καθ' εκαστην δε ημεραν ο μαρδοχαιος περιεπατει κατα την αυλην την γυναικειαν επισκοπων τι εσθηρ συμβησεται
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12
|Ester 2:12|
ουτος δε ην καιρος κορασιου εισελθειν προς τον βασιλεα οταν αναπληρωση μηνας δεκα δυο ουτως γαρ αναπληρουνται αι ημεραι της θεραπειας μηνας εξ αλειφομεναι εν σμυρνινω ελαιω και μηνας εξ εν τοις αρωμασιν και εν τοις σμηγμασιν των γυναικων
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13
|Ester 2:13|
και τοτε εισπορευεται προς τον βασιλεα και ο εαν ειπη παραδωσει αυτη συνεισερχεσθαι αυτη απο του γυναικωνος εως των βασιλειων
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14
|Ester 2:14|
δειλης εισπορευεται και προς ημεραν αποτρεχει εις τον γυναικωνα τον δευτερον ου γαι ο ευνουχος του βασιλεως ο φυλαξ των γυναικων και ουκετι εισπορευεται προς τον βασιλεα εαν μη κληθη ονοματι
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15
|Ester 2:15|
εν δε τω αναπληρουσθαι τον χρονον εσθηρ της θυγατρος αμιναδαβ αδελφου πατρος μαρδοχαιου εισελθειν προς τον βασιλεα ουδεν ηθετησεν ων αυτη ενετειλατο ο ευνουχος ο φυλαξ των γυναικων ην γαρ εσθηρ ευρισκουσα χαριν παρα παντων των βλεποντων αυτην
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16
|Ester 2:16|
και εισηλθεν εσθηρ προς αρταξερξην τον βασιλεα τω δωδεκατω μηνι ος εστιν αδαρ τω εβδομω ετει της βασιλειας αυτου
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17
|Ester 2:17|
και ηρασθη ο βασιλευς εσθηρ και ευρεν χαριν παρα πασας τας παρθενους και επεθηκεν αυτη το διαδημα το γυναικειον
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18
|Ester 2:18|
και εποιησεν ο βασιλευς ποτον πασι τοις φιλοις αυτου και ταις δυναμεσιν επι ημερας επτα και υψωσεν τους γαμους εσθηρ και αφεσιν εποιησεν τοις υπο την βασιλειαν αυτου
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19
|Ester 2:19|
ο δε μαρδοχαιος εθεραπευεν εν τη αυλη
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20
|Ester 2:20|
η δε εσθηρ ουχ υπεδειξεν την πατριδα αυτης ουτως γαρ ενετειλατο αυτη μαρδοχαιος φοβεισθαι τον θεον και ποιειν τα προσταγματα αυτου καθως ην μετ' αυτου και εσθηρ ου μετηλλαξεν την αγωγην αυτης
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Sugestões

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29 de outubro LAB 668
O PROPÓSITO DO EVANGELHO DE JOÃO
João 01-03
É muito evidente que o propósito de João é evangelizar judeus e prosélitos. Ele é consciente da ‘pedra de tropeço’ que a cruz é para os judeus (1Coríntios 1:23), deixando claro o objetivo de tornar coerente a noção do Messias crucificado. Assim, não remove a ofensa que, na cruz, está intrínseca. O que ele sente que tem que fazer, pode fazer, e termina fazendo, são duas coisas: a) demonstrar que a cruz estava lá desde o princípio do ministério de Jesus, que é anunciado como “Cordeiro de Deus”; b) mostrar que a cruz é, ao mesmo tempo, nada menos que um plano de Deus, a evidência da rejeição de um povo a seu Messias, o meio para que Cristo retornasse para a presença do Pai, o centro dos inexplicáveis propósitos de Deus para efetuar a purificação e a vida ao seu povo, o despontar da prometida era escatológica e o inusitado projeto divino em trazer glória a Si mesmo ao ser glorificado em Seu Messias. É por ter esse foco tão definido, que João não fala nada sobre a transfiguração.
Esse propósito pode ser identificado quando analisa-se de perto o “trama” do evangelho de João. Não é um “enredo” montado simplesmente em narrativa de eventos em seqüência. Explicando: quando dizemos “O patrão gritou, e o empregado gritou também”, isso é uma história. Agora, quando dizemos “O patrão gritou inocentemente, e o empregado gritou também, mas de raiva”, isso é um enredo. Apesar de que os acontecimentos são preservados em sua ordem cronológica, esta ordem traz a noção de causalidade. É por isso que o “drama” do evangelho de João apresenta-se de forma tão concisa, estando amarrado, por fim, a algumas coisas: a)ao que poderíamos chamar de “momento X”; b)ao objetivo divino no plano da redenção fundamental para todo o testemunho cristão; c)à morte; d)à ressurreição e exaltação de Cristo Jesus; e e)à necessidade urgente de uma crença autêntica no curso daquele acontecimento. Logo, ao longo do livro, nada detém o autor a trabalhar na ênfase do ponto cruz, ao ponto de, se preciso, chegar a pressionar qualquer ser humano a entrar em concordância neste ponto vitalmente salvívico.
Este objetivo de João é totalmente responsável pela pintura tão maravilhosa das suas ênfases teológicas. Estas ênfases apresentam-se de forma tão integrada que, se há uma tentativa de compartimentalizar a idéia central, separando os seus componentes em itens, termina-se, em grande parte, desfigurando-lhes. E como tudo se condensa? No título que o apóstolo escolhe dar a Jesus: “Palavra”, que, no princípio, sendo Deus, expressou-se a nós.
Fonte: D.A.Carson, “The Gospel According to John” “Introduction”, Intervarsity Press.
Valdeci Júnior
Fátima Silva